Márvio Teixeira de Abreu abordará um dos maiores desafios para os nutricionistas responsáveis pelo manejo de fêmeas comerciais.
VI Simpósio Brasil Sul de Suinocultura discute alimentação ideal para fêmeas de alto desempenho
Planejar dietas e programas de alimentação adequados à nova realidade da suinocultura, onde a hiperprolificidade é um fator determinante, é um maiores desafios para os nutricionistas responsáveis pelo manejo de fêmeas comerciais. O tema será abordado pelo prof.º Dr. Márvio Lobão Teixeira de Abreu no segundo dia do SBSS.
Profissionais das agroindústria e cooperativas do Sul e Sudeste reúnem-se no VI Simpósio Brasil Sul de Suinocultura, que ocorre de 13 a 15 de agosto, no Centro de Cultura e Eventos Plínio Arlindo De Nes, em Chapecó para debater os principais desafios e perspectivas da suinocultura brasileira. Qualidade da carne suína, controle de resíduos veterinários e outros contaminantes na carne, controle e erradicação de doenças, bem-estar animal, mão- de- obra nas granjas, entre outros temas. O encontro técnico tem como foco a transmissão de conhecimento e novas tecnologias disponíveis para a suinocultura.
“O programa de nutrição em uma determinada fase da matriz tem efeitos significativos no desempenho alcançado na fase subsequente. Durante o SBSS, vou enfatizar as novas oportunidades de manejo e de utilização de estratégias nutricionais visando melhorar a qualidade da leitegada produzida, bem como aumentar a vida útil da matriz no sistema” afirma o pesquisador prof.º Dr. Márvio Lobão Teixeira de Abreu.
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Conforme o presidente da Comissão Científica, o médico veterinário Rodrigo Toledo, toda a cadeia produtiva deve estar atualizada para atender os novos mercados. “O simpósio vai abordar temas como qualidade da carne suína, controle de resíduos veterinários e outros contaminantes na carne, além de doenças respiratórias, controle de pragas, bem estar animal e disenteria suína que terá uma tarde inteira dedicada ao assunto” destaca Toledo.
Realizado no “coração da produção” pelo Núcleo Oeste de Médicos Veterinários e Zootecnistas, a sexta edição do evento traz palestrantes nacionais e internacionais com a missão de discutir as tendências e prevenir gargalos, antecipando temas e tecnologias relacionadas a produção de suínos.
Inscrições online- As inscrições podem ser feitas antecipadamente no www.nucleovet.com.br. A entrada custa R$290,00 para profissionais e R$200,00 para estudantes. Na hora, as inscrições passam para R$370,00 para profissionais e R$260,00 para estudantes.
Qualidade da carne suína em debate
Uma das apostas do SBSS será a palestra “Perspectivas mundiais para a carne suína brasileira: Mitos e Fatos” com Rui Vargas, presidente da ABIPECS. Vargas abordará sobre os reflexos no país com a abertura de novos mercados como o Japão, que passará a comprar carne produzida em Santa Catarina. Maior importador mundial do produto, o Japão compra cerca de um 1,2 milhão de toneladas por ano. Atualmente, Santa Catarina é o único estado brasileiro que pode vender carne suína ao país japonês, pois é o único livre de febre aftosa sem vacinação.
A “Qualidade da carne suína e fatores que a influenciam” será apresentada pela palestrante – Prof.ª Dra. Ana Maria Bridi. Para a especialista, as etapas da cadeia produtiva devem ser normatizadas e certificadas para garantir a padronização do produto e satisfazer os novos conceitos de qualidade que foram incorporados recentemente, como a segurança alimentar e o respeito dos sistemas de produção ao bem-estar do homem, dos animais e pelo ambiente.
Uma das enfermidades que provoca grandes prejuízos à suinocultura em todo o mundo será abordada por Miquel Collell, Diretor Técnico Global de Suínos da MSD Saúde Animal. Na palestra “Mycoplasma hyopneumoniae: elemento chave no controle das enfermidades respiratórias”, Miquel vai apresentar os principais aspectos da enfermidade e os seus efeitos negativos em diversas variáveis zootécnicas.
Entre os temas técnicos, destaque para “Disenteria Suína: Situação brasileira”, “Disenteria suína controle e erradicação” e “Análises de resíduos veterinários e contaminantes em carnes”.
Mais informações e a programação completa no site www.nucleovet.com.br





















