Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 67,26 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 149,89 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 158,09 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 8,62 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,11 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,29 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,53 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,49 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,52 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 140,65 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 143,86 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 150,64 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 162,44 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 131,75 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 143,95 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,32 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,33 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.551,32 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.451,52 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 154,26 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 135,30 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 158,66 / cx
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Meio Ambiente

Energia dobra emissões em cinco anos

Além do setor de energia, a agropecuária aumentou sua participação na emissão brasileira de gás carbônico: de 20% em 2005 para 35% em 2010.

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Energia dobra emissões em cinco anos

A participação do setor de energia foi a que mais cresceu no total das emissões de gás carbônico no país de 2005 a 2010, constatou o Painel Brasileiro de Mudanças Climáticas (PBMC). Ao divulgar na semana passada as estimativas sobre o perfil das emissões de gás carbônico no período, o PBMC informou que a produção de energia foi a responsável por 32% das emissões em 2010 contra 16% do total de emissões em 2005 – aumento de 16 pontos percentuais.

“Até o último levantamento, em 2005, as emissões eram basicamente concentradas no setor de florestas e nos usos da terra, ou seja, estavam muito relacionadas às emissões oriundas do desmatamento. Já em 2010, a gente percebe uma mudança nas emissões brasileiras. Passam a ter um peso maior o setor de agricultura e o de energia, com a redução do desmatamento”, destacou Mercedes Bustamante, uma das coordenadoras do PBMC e pesquisadora da Universidade de Brasília (UnB).

Além do setor de energia, a agropecuária aumentou sua participação na emissão brasileira de gás carbônico: de 20% em 2005 para 35% em 2010 – aumento de 15 pontos percentuais. O quesito usos da terra e florestas diminuiu a participação no total de emissões, tendo caído de 57% em 2005 para 22% em 2010; processos industriais aumentou de 4% para 7%; e tratamento de resíduos cresceu de 2% para 4%, todos na mesma base de comparação.

“Essa mudança implica que o Brasil tem de alterar a sua estratégia de mitigação [das emissões] e começar a se concentrar também nesses setores que vêm aumentando as suas emissões. Sobretudo agricultura, mas também no setor de energia. Ou seja, a gente tem de repensar as estratégias energéticas do Brasil”, analisou a professora.

O PBMC é um organismo científico que foi criado pelos ministérios da Ciência, Tecnologia e Inovação e do Meio Ambiente em 2009 e conta com o trabalho de mais de 300 cientistas. O painel tem o objetivo de auxiliar o governo no processo de formulação de políticas públicas e tomada de decisões para o enfrentamento dos desafios que vierem a implicar as mudanças climáticas.

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