Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 67,35 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 148,31 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 154,75 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 9,46 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,55 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,67 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,78 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,72 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,73 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 141,38 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 144,11 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 152,36 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 163,60 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 132,26 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 145,83 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,38 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,39 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.562,68 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.468,08 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,63 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 136,46 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 158,66 / cx
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Mercado Interno

Preços de alimentos têm alta de até 90,6% em um ano em Campo Grande (MS)

Inflações recordes elevam o impacto do consumo de itens alimentícios no orçamento das famílias.

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Preços de alimentos têm alta de até 90,6% em um ano em Campo Grande (MS)

Com R$ 30, o consumidor de Campo Grande conseguia, em setembro do ano passado, comprar arroz, feijão, óleo, cebola, tomate e frango. E ainda recebia de troco R$ 3,58. Se a mesma compra for feita neste mês, o consumidor precisará acrescentar R$ 6,11 aos R$ 30. Outra alternativa é deixar para fora do carrinho o tomate ou o feijão, cujos preços já beiram os R$ 6 neste mês.

Essa rápida contabilidade ajuda a explicitar uma inflação silenciosa, que as pessoas sentem que existem, mas não têm ideia de seu tamanho. Em 12 meses, ela já avançou 5,27%, conforme o Índice de Preços ao Consumidor de Campo Grande (IPC/CG), calculado pelo Núcleo de Estudos de Pesquisas Econômicas e Sociais (Nepes) da Universidade Anhanguera-Uniderp. E os preços de alguns produtos alimentícios subiram muito acima desse índice, chegando ao teto de 90,6%.

Este é o caso do tomate, cujo valor médio do quilo saltou de R$ 3,09 em outubro de 2011 para R$ 5,88 neste mês. Em fevereiro deste ano, a fruta estava ainda mais barata: R$ 2,65. O consumidor podia comprar, assim, dois quilos do produto pagando menos da quantia que necessita hoje para adquirir apenas um quilo.

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