Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,29 / kg
Soja - Indicador PR R$ 155,18 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,89 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,86 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,04 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,26 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,59 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,71 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,69 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 133,21 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 132,55 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 148,24 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 149,07 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 124,52 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 137,52 / cx
Frango - Indicador SP R$ 8,31 / kg
Frango - Indicador SP R$ 8,31 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.510,24 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.400,50 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 156,97 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 127,22 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 141,41 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 154,50 / cx
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Mercado Interno

Preços de alimentos têm alta de até 90,6% em um ano em Campo Grande (MS)

Inflações recordes elevam o impacto do consumo de itens alimentícios no orçamento das famílias.

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Preços de alimentos têm alta de até 90,6% em um ano em Campo Grande (MS)

Com R$ 30, o consumidor de Campo Grande conseguia, em setembro do ano passado, comprar arroz, feijão, óleo, cebola, tomate e frango. E ainda recebia de troco R$ 3,58. Se a mesma compra for feita neste mês, o consumidor precisará acrescentar R$ 6,11 aos R$ 30. Outra alternativa é deixar para fora do carrinho o tomate ou o feijão, cujos preços já beiram os R$ 6 neste mês.

Essa rápida contabilidade ajuda a explicitar uma inflação silenciosa, que as pessoas sentem que existem, mas não têm ideia de seu tamanho. Em 12 meses, ela já avançou 5,27%, conforme o Índice de Preços ao Consumidor de Campo Grande (IPC/CG), calculado pelo Núcleo de Estudos de Pesquisas Econômicas e Sociais (Nepes) da Universidade Anhanguera-Uniderp. E os preços de alguns produtos alimentícios subiram muito acima desse índice, chegando ao teto de 90,6%.

Este é o caso do tomate, cujo valor médio do quilo saltou de R$ 3,09 em outubro de 2011 para R$ 5,88 neste mês. Em fevereiro deste ano, a fruta estava ainda mais barata: R$ 2,65. O consumidor podia comprar, assim, dois quilos do produto pagando menos da quantia que necessita hoje para adquirir apenas um quilo.

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