Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 72,02 / kg
Soja - Indicador PRR$ 120,77 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 127,12 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 10,17 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 6,97 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 6,76 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 6,65 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 6,65 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 6,81 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 182,85 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 200,46 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 208,09 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 223,39 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 174,01 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 201,78 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,00 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,01 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.224,33 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.090,60 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 227,05 / cx
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Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 187,56 / cx
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Exportação

Aumento no preço do frete marítimo preocupa setor de carnes

As empresas brasileiras receberam correspondência das transportadoras afirmando que o aumento será linear de US$ 1.500 por contêiner de 40 pés.

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Aumento no preço do frete marítimo preocupa setor de carnes

Os exportadores de carne estão apreensivos com os novos aumentos de preço anunciados pelas empresas marítimas para as cargas refrigeradas. Em alguns casos, essas evoluções podem chegar a 60% em dólar, segundo um exportador.

As empresas brasileiras receberam correspondência das transportadoras afirmando que o aumento será linear de US$ 1.500 por contêiner de 40 pés. Algumas das empresas marítimas anunciaram que os reajustes têm início já a partir do início de dezembro. Outras começarão a aplicar a nova tabela a partir de janeiro.

O setor exportador brasileiro de carnes não tem fôlego para suportar um aumento desse tipo, segundo Francisco Turra, presidente da Ubabef, entidade que congrega produtores e exportadores de carne de frango.
Nos últimos quatro meses, o setor já teve elevação de 45% nos custos de produção, principalmente devido ao aumento dos grãos, mas só conseguiu repassar 25%.

As margens do setor, que já estão anormais, devem se complicar ainda mais, na avaliação de Turra.

A tendência é uma ligeira recuperação nos preços neste quarto trimestre, mas isso deverá ocorrer devido às recentes reduções de produção e de estoques.

O aumento das tarifas externas é preocupante porque prejudica as exportações brasileiras. E é pelo mercado externo que o setor poderá crescer, uma vez que o interno está acomodado, diz ele. Um aumento desse porte poderá fazer a indústria perder competitividade externa.
Um outro representante do setor, ligado às exportações de carne bovina, diz que ainda há espaço para negociações nessa nova tabela apresentada pelas transportadoras. É um período que se abre para negociações.

Mas, se essas taxas entrarem em vigor, o setor pagará próximo de US$ 190 por tonelada transportada, 46% mais do que os US$ 130 atuais. O custo médio atual do contêiner é de US$ 3.300, segundo esse exportador.

Dificilmente as empresas vão absorver esses custos, que deverão ser repassados para os clientes.

As empresas transportadoras justificam esse aumento nas tarifas porque também tiveram novos custos nos últimos anos, enquanto mantiveram os preços estáveis.

Conforme as correspondências enviadas às indústrias exportadoras, esses aumentos serão aplicados para todas as regiões. Na avaliação das empresas marítimas, os preços atuais são insuficientes para compensar o custo operacional elevado. O aumento é necessário, ainda, porque o setor vive uma escalada de custos e perda de receitas. Entre os custos citados pelas transportadoras estão combustíveis e energia.

As transportadoras alegam, ainda, que esse aumento de receitas é importante até para que as empresas consigam elevar os investimentos e melhorar a qualidade dos serviços oferecidos.

Segundo um exportador brasileiro de carnes, esse aumento de preços nos fretes poderá ser um passo para que empresas transportadoras indianas, interessadas no mercado do Brasil, comecem a vir para cá.

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