Colheita da safra de verão de soja deixa produtores do PR otimistas. Para melhorar ainda mais é preciso que chova até o início de fevereiro.
Torcida por chuva

A colheita da safra de verão da soja está acompanhada de otimismo dos produtores paranaenses. O sojicultor Waldomiro Volpato, de Mandaguaçu, cobriu 50 alqueires com o grão no fim de outubro passado e espera colher 120 sacas por alqueire.
Para a produtividade alcançar o previsto pelo agricultor, que cultiva soja há 35 anos, é preciso que chova até o início de fevereiro. “A chuva está boa, mas para a produção melhorar tem que chover ainda mais.”
O agricultor Arlindo Salvador também está otimista. Ele espera colher 130 sacas por alqueire nas duas propriedades de Maringá e Iguaraçu. A soja foi semeada entre os dias 21 e 29 de outubro e a colheita deve começar a partir de 15 de fevereiro. Ele torce por mais chuva para conseguir atingir a produtividade esperada.
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“Por enquanto, choveu no momento e no volume certo, mas ainda tem muita coisa para acontecer até a colheita.” Salvador diz que a renda obtida com a comercialização da produção ainda não tem destino certo. “Pensei em comprar algum terreno, mas ainda está muito cedo para falar nisso.”
A colheita da soja na região vai começar por Floresta. Lá, os primeiros grãos serão colhidos a partir de 25 de janeiro e os registros da colheita da safra de verão devem ficar em 3.200 quilos por hectare.
“A lavoura ainda não está completa e a produtividade pode variar para mais ou para menos. Vai depender da chuva e precisamos dela para conseguir bons resultados”, conta o gerente da Cooperativa Agroindustrial Cocamar em Floresta, Frederico João Altrão.





















