Empresa norte-americana nega queda da exportação de suínos para o Japão. Terremoto deve impulsionar as vendas do produto no país.
Smithfield atua no Japão
O diretor financeiro da companhia norte-americana de carne suína Smithfield Foods, Robert Manly, afirmou que a demanda para importação no Japão continua forte após o terremoto e o tsunami que atingiram o país recentemente.
A Smithfield, maior produtora de suínos dos Estados Unidos, não prevê queda das exportações para o Japão. Manly avalia que, no longo prazo, o terremoto deve impulsionar as exportações dos Estados Unidos.
O Japão é o principal mercado da Smithfield, responsável por 24% do volume exportado pela companhia e por 41% da receita com exportação. A empresa notou algumas mudanças na demanda após o desastre, pois as importações se voltaram mais para a carne in natura, e não mais para a congelada.
Leia também no Agrimídia:
- •Suíno vivo acumula queda histórica de 32,8% em 2026 e atinge menor patamar da série iniciada em 2002
- •Preços de suínos caem no Reino Unido com avanço da produção e pressão nos custos
- •Produção suína na Alemanha cobra €200 milhões por ano para cumprir novas regras de bem-estar animal
- •Rebanho suíno no Brasil avança e pode chegar a 53 milhões de cabeças até 2030
Manly declarou que a carne in natura é um produto com margem de lucro maior do que a congelada e cuja demanda é forte provavelmente porque é necessário manter abastecidas as prateleiras dos mercados japoneses. A queda das vendas de carne congelada se deve principalmente a uma desaceleração na demanda das unidades de processamento no Japão. As informações são da Dow Jones.




















