Comissão Sul-americana para Luta Contra Febre Aftosa (Cosalfa) cria fundo financeira para aumentar apoio no combate à doença.
Combate à aftosa

Depois de dois dias de debate, os 11 países da Comissão Sul-americana para a Luta Contra a Febre Aftosa (Cosalfa) decidiram pela criação de um fundo financeiro para aumentar apoio aos países no combate à doença.
Os ministros de agricultura e pecuária divulgaram as resoluções para avançar no Plano de Ação 2011-2020 do Programa Hemisférico de Erradicação da Febre Aftosa (Phefa). O anúncio foi no encerramento da 38ª reunião da Cosalfa, em Recife.
A principal decisão foi a criação de um fundo específico, mantido pelo setor privado das nações que formam a entidade. O recurso servirá para financiar a cooperação técnica e o apoio à erradicação da febre aftosa nos países que registraram casos recentes como Equador, Venezuela e Bolívia. O Brasil deve colaborar com US$ 300 mil por ano.
Leia também no Agrimídia:
- •Filipinas ampliam compras e impulsionam exportações brasileiras de carne suína em fevereiro
- •Custos de ração baixos e carne bovina cara podem favorecer suinocultura em 2026
- •Reino Unido recolhe produto de carne suína após detecção de Salmonella
- •Reino Unido retira produtos suínos após escândalo sanitário envolvendo peste suína africana no Vietnã
No encontro, os participantes solicitaram que o Centro Pan-Americano de Febre Aftosa (Panaftosa) coordene os estudos complementares de variedades de vírus encontrados no Equador. Pediram, ainda, o fortalecimento das ações de fronteira internacional e a formação de um grupo de trabalho para identificar e implementar mecanismos de prosseguimento. Foram nove resoluções no total, além das discussões e informes importantes. Houve avanços em relação aos compromissos de alguns países da América do Sul para continuar com os programas estabelecidos. Participam da Cosalfa: Argentina, Brasil, Bolívia, Chile, Colômbia, Equador, Guiana, Paraguai, Peru, Venezuela e Uruguai.





















