Interrupção no fornecimento de energia elétrica e baixa tensão são os principais problemas das propriedades rurais. Seminário sobre Qualidade de Energia para o Meio Rural continua hoje.
Problemas no campo
Interrupções no fornecimento de energia elétrica e baixa tensão são os principais gargalos que vêm impedindo produtores de investir na melhoria de suas propriedades. Os pontos foram tratados ontem (2) na subcomissão de Energia Rural da Assembleia Legislativa e seguem em debate hoje (3) no Seminário sobre Qualidade de Energia para o Meio Rural, que contará com a presença do diretor-presidente da Aneel, Nelson Hubner, e de concessionárias. No ato, os produtores irão apresentar suas reclamações e as empresas prometem respostas. A AES Sul informou que participará como convidada e, se permitido, apresentará o que vem fazendo para atender à demanda do setor. A CEEE informou que pretende ouvir para, então, definir o que poderá ser feito. A RGE detalhará investimentos.
O problema, segundo o secretário de Desenvolvimento Rural e Cooperativismo, Ivar Pavan, é que as concessionárias não desempenham seu papel. Pavan diz que é preciso fazer essa cobrança porque, mesmo disponibilizando recursos, que somente no Plano Safra Estadual chegam a R$ 1,1 bilhão, agricultores de muitas regiões não adquirem máquinas porque não há qualidade de energia. O assessor de Política Agrícola da Fetag, Márcio Langer, diz que o problema é generalizado. “Cada vez que o produtor liga a ordenhadeira tem que desligar o resfriador.” Segundo ele, em algumas regiões, as concessionárias já estão fortalecendo as linhas de transmissão.
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