Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 64,27 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 146,69 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 152,41 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 10,48 / kg
Suíno - Estadual SP ↓ R$ 6,93 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,96 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 6,02 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,99 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,92 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 129,09 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 131,45 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 141,08 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 143,17 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 121,08 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 132,98 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,27 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,29 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.560,32 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.473,40 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 152,33 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 128,04 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 138,21 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 150,17 / cx
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Sanidade

Vacinação sem necessidade

MS diz que não é preciso antecipar vacinação de gado contra aftosa. Não há explicação técnica diz secretária de Produção e Desenvolvimento Agrário.

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A secretária de Produção e Desenvolvimento Agrário de Mato Grosso do Sul, Tereza Cristina Corrêa da Costa, disse que não há “explicação técnica” nem necessidade de antecipar a vacinação de novembro para outubro no Estado do Mato Grosso do Sul. A possibilidade foi aventada pelo ministro da Agricultura Mendes Ribeiro esta semana como uma forma de prevenir o contágio do rebanho brasileiro após o surgimento de um foco de febre aftosa no departamento de San Pedro, no Paraguai.

“Avaliamos que o gado já foi vacinado em novembro de 2010 e maio deste ano com uma cobertura vacinal de 99% na região de fronteira”, disse a secretária. “Durante as conversas com o Ministério da Agricultura, chegamos à conclusão de que a cobertura vacinal é mais do que suficiente”, afirmou. “Caso mudemos de ideia, o Estado é independente para tomar essa atitude. Mesmo assim estamos trabalhando em conjunto e temos toda a estrutura pronta para antecipar, caso necessário”, disse.

O Ministério da Agricultura informou ontem que decidiu sacrificar os animais encontrados soltos no lado brasileiro da fronteira com o Paraguai, que tenham brincos de identificação paraguaios.

O presidente do Sindicato Nacional dos Fiscais Federais Agropecuários (Anffa-Sindical), Wilson Roberto de Sá, reconheceu as deficiências na fiscalização da fronteira. “O problema do tráfego de animais na fronteira está acontecendo e é uma preocupação de todos, inclusive dos fiscais”.

Segundo ele, o número de fiscais agropecuários na região do MS é insuficiente e os recursos também chegam muito devagar. “Temos notícias que os funcionários do Iagro não possuem recursos”, disse Wilson. Maria Cristina Carrijo, diretora-presidente do Iagro, negou as informações. Segundo ela, a entidade recebeu R$ 16 milhões do Ministério da Agricultura em agosto. “Não tem essa conversa de estar sem recurso, não”.

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