Doença acompanha frentes frias na Europa. Pássaros portadores do vírus fogem do frio, em busca de água que ainda não se congelou.
Alerta contra gripe aviária

Surtos de gripe causada pelo vírus H5N1 entre as aves migratórias europeias aparecem na borda de frentes frias que fazem com que aves silvestres mudem seus padrões de migração, disseram cientistas, indicando que períodos frios podem prever surtos futuros.
Pesquisadores holandeses e americanos descobriram que os surtos europeus da gripe aviária no período 2005-2006 foram conduzidos por movimentos coletivos de aves aquáticas silvestres para locais onde a água de que precisam para sobreviver não havia congelado.
“Isso tem importantes implicações para a vigilância sanitária, que deve ter por alvo áreas onde as temperaturas estão próximas ao congelamento, especialmente regiões com grande densidade de aves de corte próxima aos locais onde as aves aquáticas se congregam”, escreveram os cientistas no periódico PloS Pathogens. O texto pode ser encontrado em http://dx.plos.org/10.1371/journal.ppat.1000854.
Leia também no Agrimídia:
- •Atualização de rebanhos mobiliza produtores em MG e SP e reforça controle sobre aves e suínos
- •Produção de ovos avança no Brasil e atinge novo recorde
- •Exportações do agro atingem maior nível para abril e reforçam peso das proteínas e commodities
- •Avicultura sul-africana amplia produção e atrai investimentos após plano setorial
A transmissão do H5N1 para seres humanos é difícil, mas quando ocorre, a doença pode se mostrar letal. Desde 2003, 492 pessoas foram contaminadas, e 291 morreram por causa dessa doença, de acordo com a Organização Mundial da Saúde.























