Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 66,19 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 152,45 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 159,28 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 9,64 / kg
Suíno - Estadual SP ↓ R$ 6,71 / kg
Suíno - Estadual MG ↓ R$ 6,95 / kg
Suíno - Estadual PR ↓ R$ 5,67 / kg
Suíno - Estadual SC ↓ R$ 5,86 / kg
Suíno - Estadual RS ↓ R$ 5,78 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 138,55 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 140,29 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 154,70 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 155,89 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 129,29 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 143,22 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,21 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,23 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.565,43 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.484,33 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 158,68 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 136,07 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 135,22 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↑ R$ 148,68 / cx
Eleições 2010

Agronegócio no 2° turno

Setor não tem sido bem discutido na campanha presidencial e segundo turno deve servir para aprofundar propostas.

Compartilhar essa notícia
Agronegócio no 2° turno

O resultado do primeiro turno das eleições para presidente da República foi avaliado de forma positiva por representantes do agronegócio. Com a importância dada à temática do meio ambiente neste pleito, a expectativa é de que o agronegócio tenha mais evidência no segundo turno, que será disputado entre Dilma Rousseff (PT) e José Serra (PSDB).

O agronegócio não tem sido bem discutido na campanha presidencial e o segundo turno deve servir para aprofundar essa discussão. Foi o que disse nesta segunda, dia 4, o presidente da Federação de Agricultura de Mato Grosso do Sul (Famasul), Eduardo Reidel. “Falta esclarecimento sobre grandes temas do setor. As propostas precisam ser mais claras”, disse Riedel.

O presidente da Famasul fez também uma avaliação positiva das eleições legislativas. Para ele, a bancada do agronegócio no Congresso Nacional fortalece o setor.

Presidente da Sociedade Rural Brasileira, Cesário Ramalho concorda que o setor precisa ganhar mais atenção no segundo turno. Temas como logística, câmbio, seguro e barreiras sanitárias ainda precisam ser discutidos e incluídos nas propostas dos candidatos.

O professor Guilherme Dias, doutor em economia e com atuação em recursos naturais e questões agrárias, acredita que sai na frente o candidato que investir em um tema pouco recorrente nas campanhas, mas tão importante quanto preços: infraestrutura para o setor rural. É o assunto que pode determinar o segundo turno.

Outros setores também já manifestaram suas expectativas para o segundo turno. O presidente da Associação Nacional dos Exportadores de Sucos Cítricos (CitrusBR), Cristian Loubauer, está confiante de que a agenda do setor deve ser mantida, independente de quem vença a eleição. “Tenho impressão de que se o governo federal se manter o mesmo a agenda estratégica deve ser a mesma”.

Empossado nesta segunda, dia 4, o novo diretor-executivo da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec), Antônio Jorge Camardelli, pretende discutir melhor as propostas para o setor. “Na verdade, a intenção é sensibilizá-los de fazer poucas correções e não perder o objetivo”, afirma.

O presidente da União Brasileira de Avicultura (Ubabef), Francisco Turra, também acredita que o segundo turno abre espaço para novas discussões. “Há uma possibilidade de ampliar o debate, de melhorar conceitos, inclusive sobre temas fundamentais para o Brasil, especialmente no nosso setor e no setor do agronegócio como um todo. Nós precisamos estar conscientes dos programas oferecidos aos candidatos. Mas ainda não obtivemos resposta, nem houve um debate maior. O segundo turno é pra isso mesmo”, completa.

Já o diretor da União da Indústria de Cana-de-açúcar (Unica), Antônio de Pádua Rodrigues, faz uma avaliação positiva dos dois concorrentes. “Ambos têm políticas favoráveis ao desenvolvimento e à ampliação, tanto do etanol, quanto da bioeletricidade”.

Assuntos Relacionados agronegócio
Mais lidas

Relacionados

Suinocultura Industrial 332
SI – edição 331
AI – 1345
SI- edição 330
AI – Edição 1344