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Economia

FMI quer contrapartida cambial dos emergentes

Se países querem ter mais voz no FMI, eles devem aceitar a valorização de suas moedas.

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Se os países emergentes querem ter mais voz nas decisões do Fundo Monetário Internacional (FMI), eles devem aceitar a valorização de suas moedas para contribuir com o reequilíbrio entre as principais economias do mundo. Esse recado foi dirigido ontem à China pelo diretor-gerente do FMI, Dominque Strauss-Kahn, mas poderá ter também consequências para o Brasil, que luta junto com o país asiático para ampliar a representação dos países emergentes nos organismos multilaterias com sede em Washington.

“Se você quer estar no centro do sistema, terá que ter mais responsabilidades sobre como suas ações afetam a economia global”, disse Strauss-Kahn, um dia antes da abertura da reunião do FMI e do Banco Mundial, que será formalmente aberta hoje.

Segundo Strauss-Kahn, formalmente não há nada que vincule o aumento do poder de voto dos emergentes no FMI, incluindo o Brasil, e o tema da “guerra cambial” travada sobretudo entre China e Estados Unidos. Mas, com sua intervenção, ele acabou por subscrever declarações feitas um dia antes pelo secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Timothy Geithner, segundo as quais a China só ganharia mais poder no FMI se flexibilizar a sua moeda.

“Um acordo para modernizar a estrutura de governança no FMI precisa ser acompanhada por mais progresso em países emergentes, principalmente os que tem superávit externo, na busca de taxas de câmbio mais orientadas ao mercado”, disse Geithner, referindo-se à China.

A China é hoje um dos principais aliados do Brasil na disputa contra os países europeus para aumentar a representação das economias emergentes no FMI. Um acordo fechado há mais de um ano determina que pelo menos 5% das cotas de países desenvolvidos, e o respectivo poder de voto nas decisões do organismo, sejam transferidas a países emergentes que estão subrepresentados no FMI.

Até agora, as negociações avançaram de forma muito lenta, mas havia algumas esperanças de que o assunto pudesse ser resolvido na reunião do FMI que começa hoje. Os Estados Unidos são um aliado dos países emergentes na negociação das cotas e, num gesto radical para forçar os europeus a negociar, vetaram em julho o processo de eleição da diretoria-executiva do fundo, forçando os europeus a se emprenhar mais nas negociações. O vínculo da reforma do poder de voto no FMI com o espinhoso tema da valorização da moeda chinesa, porém, torna um pouco mais difícil um acordo.

O Brasil está do lado da China quando o assunto é a redistribuição do poder de voto no FMI, mas está contra os chineses na questão cambial. Há alguns dias, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse que o mundo vive uma “guerra cambial” porque alguns países estão tomando decisões individuais para evitar que suas moedas se valorizem.

A China mantém um regime de câmbio quase fixo. O Japão voltou recentemente a intervir na sua taxa de câmbio para evitar sua valorização e, nesta semana, anunciou medidas monetárias adicionais que também ajudam a manter o iene depreciado. Os Estados Unidos sinalizam a adoção de medidas monetárias não convencionais, como a compra de títulos do Tesouro, o que reforça a tendência de desvalorização do dólar.

O Brasil também tem tomado medidas para evitar o fortalecimento do real, como o aumento de imposto sobre ingresso de investimentos estrangeiros e a compra de dólares pelo Banco Central, mas elas não foram suficientes para evitar que o real atingisse seus maiores patamares ante o dólar em dois anos.

“Muitos estão falando de guerra cambial, e eu mesmo usei esse vocabulário, que é muito militar”, afirmou Strauss-Kahn. “Mas é verdade que muitos consideram o câmbio como uma arma, e naturalmente isso não é muito bom para a economia mundial.”

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