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Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 66,45 / kg
Soja - Indicador PRR$ 120,17 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 125,93 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 8,81 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 5,56 / kg
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Suíno - Estadual SCR$ 5,18 / kg
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Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 156,60 / cx
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Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 148,58 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 167,80 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,34 / kg
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Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.339,61 / t
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Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 180,12 / cx
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Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 165,67 / cx
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Nutrição

Mandioca na alimentação de suínos

Raiz pode ser utilizada sem restrições na nutrição dos animais. Porém, alguns cuidados especiais devem ter tomados para que a dieta não fique excassa em proteína.

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Apreciada pelos humanos, a mandioca também é aplicada na alimentação de animais, como suínos. De acordo com a Embrapa Suínos e Aves, a raiz pode ser utilizada sem restrições na dieta de suínos, pois é rica em energia. “Porém, por ser pobre em proteína, seu uso deve ter alguns cuidados especiais e naturalmente a resposta animal pode não ser igual a do milho”, informa a entidade. “As dietas devem considerar o menor teor de proteína da mandioca in natura e o volume a ser ingerido”.

A Embrapa explica que, juntamente com a mandioca, o suíno deve receber um concentrado com proteína entre 26 a 30 %, em quantidade controlada por fases da vida do leitão. “No crescimento se oferecerá 1,1 quilo e na terminação 1,5 quilo de concentrado proteico com mandioca picada à vontade”, recomenda a entidade. “A quantidade de lisina do concentrado deverá ser de 1,43%”.

Outros fatores importantes também são listados pela Embrapa Suínos e Aves para a utilização da mandioca na alimentação de suínos. A entidade destaca que este uso é dependente de conhecimento técnico específico, que inclui a desativação de fatores tóxicos (HCN) da mandioca brava, o uso de comedouros especiais para fornecimento de quantidades semelhantes para todos os animais ao mesmo tempo [disposição linear de comedouros para o concentrado, para evitar que alguns comam mais do que outros] e o balanceamento da mandioca integral com concentrado proteico e mineral-vitamínico. 

A utilização de mandioca integral para suínos em crescimento e terminação já esta bem determinada. Entretanto, a Embrapa Suínos e Aves explica que para as fases de reprodução os resultados são controversos. “É necessário um acompanhamento técnico adequado e uma avaliação precisa dos dados de desempenho reprodutivo. Alguns autores citam uma diminuição do número e peso dos leitões nascidos”, aconselha a Embrapa.

Silagem- Uma forma de fornecer a mandioca aos suínos é através da silagem de mandioca. Segundo a Embrapa, a silagem apresenta composição semelhante a raiz fresca, mas com teor de energia e matéria seca mais elevado. Para fazer a silagem, os tubérculos devem ser triturados logo após a colheita, expostos ao ar e ao sol por um tempo mínimo de 12 horas e depois armazenado em silos. “No processo de armazenagem no silo, para cada tonelada de tubérculo compactado se coloca 30 quilos de sal. Esta prática só é recomendada se for para liberar a terra para um novo plantio, caso contrario não é muito viável”, pontua a entidade

Duradoura- A Embrapa também ressalta que a mandioca consegue manter sua qualidade ao longo do ano, sem custo de armazenagem, o que pode não acontecer no sistema colonial de cultivo do milho, o qual apresenta severos danos causados por insetos e fungos com o final da safra, quando armazenado na lavoura.

Os pesquisadores da Embrapa Suínos e Aves Aloízio Soares Ferreira e Juarez Lopes Donzele disponibilizaram um pequeno um “pequeno manual” para utilização da mandioca em ração para suínos. Leia aqui.

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