Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 70,56 / kg
Soja - Indicador PRR$ 123,32 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 131,18 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 10,00 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 6,95 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 6,76 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 6,71 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 6,63 / kg
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Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 178,01 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 188,24 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 200,90 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 210,75 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 168,76 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 194,93 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,06 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,10 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.207,77 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.085,06 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 201,03 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 178,26 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 164,10 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 172,94 / cx
Consumo

Rastreabilidade garante qualidade

Consumidor pode, a partir das informações contidas em um código anexado ao produto, saber mais sobre o processo de industrialização.

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Rastreabilidade garante qualidade

Um conceito internacional – ISO 8402 – tem conquistado espaço no mercado da carne no Brasil. A rastreabilidade é o processo de campear um produto, para registrar o máximo de informações sobre ele. A finalidade é oferecer mais segurança ao consumidor, que pode, a partir das informações contidas em um código anexado ao produto, identificar qual a origem e quais os procedimentos utilizados no processo de industrialização.

No caso da carne bovina, o rastreamento é realizado desde o cruzamento dos animais progenitores. O bezerro ganha um código quando nasce. O manejo, as vacinas e outros procedimentos são registrados em um sistema por meio desse número.

Marcelo de Barros Leiras, diretor de Tecnologia de Informação do grupo PariPassu, de Florianópolis (SC), explica que esse sistema é acessado pelos frigoríficos que, ao comprar o animal diretamente dos produtores, analisam quais as melhores opções de manejo e cuidados que foram tomados. Esse processo define a quantidade que será comprada.

Por meio do código, o frigorífico controla as datas de abate, o lote, e coloca na peça uma etiqueta, com seu número de registro no Serviço de Inspeção Federal (SIF). “”Pelo lote de abate, sabemos de qual fazenda veio o animal e todas as informações sobre o trato que recebeu””, diz o especialista.

Transparência

Depois do frigorífico, a carne vai para um centro de distribuição, de onde é enviada aos açougues. Os açougueiros cortam as peças em bifes e colocam nas bandejas. Um novo código é anexado a essas embalagens. O consumidor, por meio da utilização de um aparelho celular com leitura 2D, pode acessar o histórico do produto, desde o cruzamento dos progenitores. Se não tiver esse acesso, ele pode entrar no site “qualidadedesdeaorigem.com.br” e inserir esse código. “Assim é possível visualizar todos os pontos de passagem da procedência da carne.”

O produtor que trabalha com a rastreabilidade tem um diferencial em seu produto e pode cobrar a mais por ele. Mesmo com a diferença no preço, o consumidor não fica no prejuízo. “O processo se torna mais transparente e ele pode, por exemplo, escolher a região de onde vai comprar a carne. Em outros países, consumidores mais conscientes procuram excluir produtores que utilizam áreas de desmatamento para o pasto dos animais”.

Segundo Leiras, a rastreabilidade está em implantação no Brasil. Ainda não há leis que orientem, mas o ISO 22005 indica normas de boas práticas que devem ser seguidas pelos produtores e frigoríficos. “Vale lembrar que, para a exportação, os frigoríficos de outros países exigem a rastreabilidade, um sinal da importância do processo”.

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