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Comércio internacional

Divergências com a Argentina

Ministros veem divergências pontuais com Argentina. “É natural que, com o volume de compra e venda que temos com a Argentina, haja problemas pontuais”, afirma Miguel Jorge.

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Os ministros do Brasil e da Argentina que se reuniram ontem (24/06) na capital paulista para discutir a integração entre os países em diversas áreas apontaram avanços na solução de conflitos no comércio bilateral. No entanto, eles evitaram fazer comentários sobre supostas tentativas do governo argentino de tentar barrar as importações de alimentos brasileiros.

Tratadas como “questões pontuais”, as divergências comerciais dos dois países foram colocadas como pontos de pouca significância ante um fluxo comercial que conseguiu dobrar em cinco anos e alcançou US$ 24 bilhões em 2009.

“É absolutamente natural que, com o volume de compra e venda que nós temos com a Argentina, haja sempre problemas pontuais”, afirmou o chefe da pasta de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Miguel Jorge, que acompanhou o colega da Fazenda, Guido Mantega, na reunião com os ministros argentinos Amado Boudou, da Economia, e Débora Giorgi, da Indústria. Em sua intervenção na entrevista coletiva realizada após o encontro, Boudou disse que os conflitos não superam 6% da corrente comercial dos dois países e destacou que os governos estão encontrando o caminho para a solução desses pontos.

Segundo Miguel Jorge, as importações de produtos chineses pela Argentina não entraram na pauta. Ele evitou se alongar muito nos comentários sobre as notícias de que o secretário de Comércio argentino, Guillermo Moreno, teria orientado aos importadores a suspender a compra de alimentos brasileiros. “No caso dos alimentos, a própria presidente Cristina Kirchner informou ao presidente Lula que não havia determinação do governo argentino de bloqueio de produtos do Brasil. A partir desse momento, estava resolvida a questão”, assinalou Jorge.

Além de melhorar os acessos ao comércio bilateral, o foco das reuniões tem sido a integração produtiva dos dois países. Para tanto, está sendo elaborado um plano de ação com base nos setores de petróleo e gás, autopeças, máquinas agrícolas e aeronáutica.

Nesse contexto, uma das frentes de ação está ligada à liberação de crédito, uma vez que a implantação do Banco do Sul tem evoluído mais lentamente do que o governo brasileiro gostaria, conforme revelou o ministro da Fazenda.

Em dois meses, os dois países se comprometeram a iniciar as operações de um fundo para financiar investimentos de empresas argentinas e, com isso, fomentar a modernização da indústria do país. Com aportes do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e do Banco de la Nación e Bice, por parte da Argentina, esse fundo terá US$ 100 milhões para começar as atividades.

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