Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 67,35 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 148,31 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 154,75 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 9,46 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,55 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,67 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,78 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,72 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,73 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 141,38 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 144,11 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 152,36 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 163,60 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 132,26 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 145,83 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,38 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,39 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.562,68 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.468,08 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,63 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 136,46 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 158,66 / cx
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Commodities

A soja e o câmbio chinês

Flexibilização cambial chinesa teve reflexos “altistas” sobre as cotações do algodão e da soja, produtos fortemente dependentes do apetite do gigante asiático.

A soja e o câmbio chinês

Ainda que tenha oferecido um suporte adicional para as cotações internacionais das commodities em geral ontem (21/06) nos principais mercados – mesmo que em alguns deles tenha havido desvalorizações por causa de outros fatores -, a flexibilização cambial chinesa teve reflexos particularmente “altistas” sobre as cotações do algodão e da soja, dois produtos agrícolas fortemente dependentes do apetite e do humor do gigante asiático.

Negociada na bolsa de Chicago, a soja subiu um pouco mais. Os contratos para agosto (que ocupam a segunda posição de entrega, normalmente a de maior liquidez) encerraram a sessão negociados a US$ 9,5675 por bushel, ganho de 0,6%. Apesar da valorização e da boa demanda da China, o grão ainda acumula queda de 8,75% em 2010, em grande medida graças à oferta confortável com boas colheitas nos hemisférios Norte e Sul na temporada 2009/10.

O algodão, cujos preços tanto dependeram da China para inverterem a mão e voltarem a subir, também sentiu o efeito positivo da mudança da política cambial do país e ampliou seus ganhos no ano. Na bolsa de Nova York, os contratos para entrega em outubro fecharam a 78,91 centavos de dólar por libra-peso, saltos de 0,5% no dia e de 3,03% em 2010.

No mercado de algodão, trata-se de um fôlego extra sobretudo diante da possibilidade de aprofundamento da crise financeira europeia, que poderá, conforme análise recente do Rabobank, traduzir-se em “diminuição da renda per capital novamente em 2010/11”. O banco holandês, com forte participação no agronegócio, lembra que o consumo de têxteis é muito sensível a variações de renda. Historicamente, aponta, uma variação de 10% na renda provoca impacto de 9,1% no consumo.

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