Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 67,26 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 149,89 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 158,09 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 8,62 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,11 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,29 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,53 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,49 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,52 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 140,65 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 143,86 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 150,64 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 162,44 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 131,75 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 143,95 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,32 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,33 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.551,32 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.451,52 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 154,26 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 135,30 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 158,66 / cx
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Setor avícola apóia combate a subsídios

Esse é um dos pontos da Carta da Avicultura, divulgada ontem pela Associação Brasileira dos Exportadores de Frango (Abef) e União Brasileira de Avicultura (UBA).

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Redação AI 24/10/2003 – 06h00 – O setor avícola nacional apóia as posições que os negociadores do Governo brasileiro vem assumindo nos fóruns e instâncias internacionais contra os subsídios, as dificuldades de acesso a mercados, os regimes de cotas, as tarifas especiais e outras barreiras não-comerciais. Esse é um dos pontos da Carta da Avicultura, divulgada ontem pela Associação Brasileira dos Exportadores de Frango (Abef) e União Brasileira de Avicultura (UBA).

O presidente da Abef, Júlio Cardoso, descreveu o desempenho do setor esse ano, que vem apresentando um crescimento nas exportações de 26% em relação ao ano passado. A previsão da Abef para o fim do ano é que as exportações atinjam US$ 2 bilhões, mesmo com a queda das vendas para a Rússia devido ao regime de cotas daquele país. Para 2004, Cardoso disse que a principal meta do setor é sustentar a posição já alcançada a nível internacional.

No documento, os produtores de frango também deixam claro a sua posição com relação à reforma tributária, defendendo a não-tributação dos alimentos. “A isenção dos alimentos e a simplificação da legislação tributária trariam benefícios concretos para a economia e, principalmente, para a população brasileira”, diz a carta. Para o setor avícola, menos impostos significam mais trabalho, prosperidade, aumento de renda e de consumo, e esse é o caminho para o crescimento da economia.

Controles sanitários

Entre as posições tiradas durante o Congresso, os avicultores não deixaram de citar que o Governo precisa, cada vez mais, investir e aprimorar os controles sanitários. “A competição pelo mercado internacional é extremamente árdua e tem dado origem ao surgimento de políticas protecionistas praticadas por muitos países que, não raro, utilizam recursos pouco ortodoxos, como a criação de barreiras comerciais disfarçadas de sanitárias”, denuncia a Carta da Avicultura. Os produtores e exportadores de frango também se queixaram da falta de uma infra-estrutura adequada de transporte.

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