Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 68,67 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 154,91 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 161,56 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 8,50 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 5,78 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,14 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,37 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,25 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,27 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 132,51 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 135,34 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 144,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 150,55 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 124,34 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 137,51 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,30 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,31 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.544,33 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.450,60 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,27 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 128,20 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 143,70 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 157,15 / cx
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Diversificando a produção

Cafeicultores do triângulo mineiro estão criando perus para diversificar a produção. Uma empresa integradora fornece os animais e os insumos e garante a compra das aves.

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Redação AI 06/12/2004 – Minas Gerais é o maior produtor de café do Brasil. A cultura ocupa um pouco mais de 1 milhão de hectares e tem uma força econômica muito grande no estado.

Mas o café não dá bons resultados todo ano e o cafeicultor tem que pensar em alternativas. Essa é a orientação da Associação dos Cafeicultores de Araguari. “O produtor, quando sua atividade não é remunerada, precisa buscar maneiras de fazer com que ele possa continuar sua atividade principal”, avalia Reinaldo Caetano, presidente da associação.

A iniciativa, que vem dando certo, é a de associar a lavoura de café com a criação de perus. Dos 400 cafeicultores de Araguari, 50 aderiram ao projeto, que está sendo montado em parceria com um grande frigorífico nacional. A empresa fornece as aves para a engorda e a ração e se compromete a comprar todo o lote. Além disso, oferece assistência técnica. A construção do galpão fica por conta do agricultor.

José Rubens Trevisan entrega a cada quatro meses um lote de 5.000 perus, remunerados a 2,50 a cabeça. Logo, a receita de cada lote chega a 12.500 reais. As despesas com a criação e com o salário dos empregados somam perto de 6.900 reais, lucro, portanto, de 5.600 por lote. Além dessa renda, a cama das aves é aproveitada como adubo na lavoura ou é vendida para os vizinhos.

No início Rubens estava desconfiado afinal, criação de perus nunca foi o negócio da família. “Trocamos informações com outros granjeiros, aprendemos e conseguimos chegar a um bom resultado, que ficar assim por um bom tempo ainda”, afirma.

A criação de perus não é a primeira experiência de diversificação dos produtores de café da região. O principal consórcio utilizado por eles é com o maracujá. Outros cafeicultores também plantam legumes e verduras.  

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