Criadores de aves de São Bento do Una, no agreste pernambucano, comemoram a produção de carne e ovos com uma corrida de galinhas.
Atletas do galinheiro
Redação AI 02/08/2005 – Hélio Barros, criador, resolveu investir na avicultura há dois anos. Ele ainda é um pequeno produtor. Por dia, chega a vender na região cerca de 3,5 mil ovos.
“A gente sempre sonha em crescer. É o sonho de todo mundo, então, é o meu também”, diz seu Barros.
Seu Hélio é só um exemplo das cinco mil famílias que vivem da avicultura em São Bento do Uma. O município produz 20 milhões de ovos e três mil toneladas de frango por mês.
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Para divulgar esse potencial avícola da região foi criada a corrida da galinha. O evento acontece numa estrutura chamada por eles de galinhódromo.
Lá, vale todo esforço para garantir um lugar honroso no podium. No galinhódromo, cerca de dois mil expectadores assistem a disputa de galos e galinhas pelo cobiçado primeiro lugar.
Para ser um vencedor, os competidores têm que dar duas voltas completas numa pista de 60 metros de extensão. A luz verde indica a largada em duas baterias.
Os galos começam a corrida. Depois de ficar no bloco intermediário, o galo Zé Bisonho chega em primeiro. Em seguida, Tiririca vence a bateria das galinhas e encerra a oitava edição da corrida.
Cada ganhador recebeu como prêmio 40 quilos de milho para ração das aves. O troféu e um cheque de R$1 mil.
“Foi um mês de muito esforço e de muita correria, muito trabalho para deixar a ave em forma e taí o resultado”, conta satisfeito Aurélio Porfírio, criador.





















