Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,29 / kg
Soja - Indicador PR R$ 155,18 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,89 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,86 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,04 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,26 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,59 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,71 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,69 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 133,21 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 132,55 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 148,24 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 149,07 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 124,52 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 137,52 / cx
Frango - Indicador SP R$ 8,31 / kg
Frango - Indicador SP R$ 8,31 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.510,24 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.400,50 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 156,97 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 127,22 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 141,41 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 154,50 / cx
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Efeitos da Greve da Anvisa já são sentidos no mercado

Como previa empresário campineiro, pesquisa da Esalq registra alta nos preços da carne suína e de frango.

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Redação (09/05/06) – A greve dos servidores da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que se estende por quase três meses sem que o governo apresente soluções para o problema, começa a gerar conseqüências no mercado, principalmente com o aumento do preço das carnes suína e de frango.

De acordo com pesquisa realizada pelo Centro de Estudos Aplicados em Economia Aplicada, da Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz” (Esalq), a alta dos preços gira em torno de 30% para o frango e 15% para os suínos. Os pesquisadores acreditam que o aumento se deu principalmente pela diminuição da oferta no mercado, conforme já previa o presidente da Interchange Indústria Veterinária, Antônio Ermete Wegher, há cerca de um mês.

A empresa registra, desde o início da greve, um  desabastecimento  de mais de R$ 6 milhôes em matérias-primas paradas nos portos e aeroportos do país. Os produtos importados são utilizados para a fabricação de  especialidades veterinárias e medicamentos para a saúde animal. Segundo Wegher, o aumento dos preços seria inevitável diante de tal cenário.

Ainda de acordo com ele, a empresa atualmente está trabalhando com o fim do estoque, que deve durar não mais que uma semana. “No momento, estamos com somente 20% da produção, o que é realmente preocupante”, afirma Wegher. “A Anvisa e o governo têm que resolver essa situação com diálogo pois, pelo histórico de greves que possuímos, paralisações desse tipo nunca dão em nada, pois é necessário boa vontade, entendimento e respeito pela população que sofre as consequências”, completa o empresário.

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