Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,25 / kg
Soja - Indicador PR R$ 154,95 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 162,02 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,85 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,02 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,13 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,58 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,69 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,65 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 142,62 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 143,76 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 156,38 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 156,61 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 133,77 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 147,35 / cx
Frango - Indicador SP R$ 8,33 / kg
Frango - Indicador SP R$ 8,33 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.509,74 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.385,09 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 161,30 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 135,16 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 146,43 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 157,70 / cx
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Brasil deve ser mais ativo, alerta Unctad

O Brasil precisa ser mais ativo no desenvolvimento do mercado de biocombustíveis. O alerta é do diretor de Meio Ambiente e Desenvolvimento da Agência das Nações Unidas para o Comércio e o Desenvolvimento (Unctad), Lucas Assunção.

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Redação (27/04/07) –  "O Brasil tem de estar no centro na pesquisa com tecnologia de ponta para a segunda geração de produção de etanol, na discussão sobre desenvolvimento sustentável e na certificação dos biocombustíveis", afirma o assessor. 

Para ele, é importante a iniciativa brasileira de criar um fórum global do etanol, reunindo grandes exportadores e importadores. Mas Assunção aconselha o país a definir uma estratégia para influenciar na produção de energias renováveis a partir de produtos agrícolas. Um estudo da Unctad sobre biocombustíveis destaca a competitividade brasileira, mas também realça os subsídios nos países industrializados. E conclui que subvenções à agricultura estão se tornando subsídios para energia. Nos EUA, por exemplo, os produtores de milho receberam US$ 37,4 bilhões entre 1995 e 2003. 

Conforme a Unctad, para que se tenham biocombustíveis suficientes para atender à crescente demanda é preciso maximizar o uso de matérias-primas e reduzir custos, o que exige tecnologias sofisticadas. Segundo o órgão, a "primeira geração" de biocombustíveis, a partir de cana e óleos vegetais, pode ser feita com tecnologia convencional, mas a "nova geração" já envolve trabalhos mais sofisticados como a fermentação de celulose a partir de resíduos como palha de arroz, trigo e milho, bagaço, restos de madeira e papel. 

É esse o caminho dos investimentos em curso nos EUA e no Canadá, e a Unctad acredita que essas fontes estarão disponíveis comercialmente em dez ou 15 anos. 

Para Assunção, o Brasil deve ser pragmático e usar seu peso no etanol para influenciar o debate internacional não somente sobre segurança e diversificação energética, mas também sobre emprego e crescimento econômico de áreas rurais, além das certificações que procuram estabelecer padrões ambientais mínimos para a produção de biocombustíveis. 

Para a Unctad, certificação e rotulagem de biocombustíveis continuam, porém, sendo questões complexas. "Mas barreiras comerciais podem ser evitadas com participação ativa", conclui Assunção. 

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