Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,25 / kg
Soja - Indicador PR R$ 154,95 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 162,02 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,85 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,02 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,13 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,58 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,69 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,65 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 142,62 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 143,76 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 156,38 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 156,61 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 133,77 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 147,35 / cx
Frango - Indicador SP R$ 8,33 / kg
Frango - Indicador SP R$ 8,33 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.509,74 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.385,09 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 161,30 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 135,16 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 146,43 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 157,70 / cx
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Lei de fronteira paralisa investimento no RS

A lei 6.634 proíbe o registro de terras por empresas estrangeiras na faixa de fronteira, salvo se consigam o consentimento oficial do Conselho de Defesa Nacional, vinculado à Presidência da República. Mas antes precisam obter uma série de documentos para análise do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra).

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Redação (17/05/07) – Uma lei de 1979, que transformou em área de segurança nacional uma faixa de 150 quilômetros a partir da fronteira, está atrapalhando os planos da sueco-finlandesa Stora Enso de formar uma base florestal no Oeste do Rio Grande do Sul. A empresa paralisou a compra de terras na região. Até o ano passado, quando se deparou com o problema, a Stora Enso havia adquirido 46 mil hectares, quando o objetivo era 65 mil hectares. Todo o projeto contempla cerca de 100 mil hectares de eucaliptos e a construção de uma fábrica de celulose na próxima década, avaliada em US$ 1 bilhão.

Apesar do contrato de compra e venda e do pagamento aos proprietários, não foi possível registrar as terras. Um dos motivos, diz o diretor florestal da empresa para a América Latina, João Borges, está na interpretação do que é uma empresa nacional. A Stora Enso constitui uma subsidiária brasileira, a Derflin Agropecuária, mas a empresa também não conseguiu registrar as terras porque o capital era estrangeiro. A saída foi formar uma terceira empresa, a Azen Glever Agropecuária, cujos sócios são os executivos brasileiros da Stora Enso. Assim pôde plantar cinco mil hectares de eucaliptos ano passado, quando a meta era 10 mil hectares.

Para 2007 o objetivo é de mais 12 mil hectares. Como a empresa prefere plantar o restante sem usar o subterfúgio e não quer mergulhar em uma batalha jurídica, partiu para o cumprimento das exigências do Incra. "A expectativa era que tudo levasse seis meses. Mas já estamos há um ano e meio nisso", diz. Segundo ele, um dos motivos do atraso é a exigência do Estudo da Cadeia Sucessória Dominial, que busca documentos referentes a cada propriedade desde 1850. Para o trabalho, a empresa contratou historiadores.

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