Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 68,67 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 154,91 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 161,56 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 8,50 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 5,78 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,14 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,37 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,25 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,27 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 132,51 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 135,34 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 144,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 150,55 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 124,34 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 137,51 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,30 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,31 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.544,33 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.450,60 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,27 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 128,20 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 143,70 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 157,15 / cx
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Demanda por crédito rural cresceu 5% no ano-safra 2006/2007

A agricultura empresarial contratou R$ 44,6 bilhões, no ano-safra 2006/2007, por meio de linhas de financiamento Crédito Rural.

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Redação (24/07/07) – O valor supera em 5% o contratado no ano-safra 2005/2006: R$ 42,33 bilhões.

Para o Coordenador-Geral de Análise Econômica do Departamento de Economia Agrícola da Secretaria de Política Agrícola (Deagri/SPA), do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Marcelo Fernandes Guimarães, a comparação entre o montante programado e os valores contratados do crédito rural nos dois anos-safra, demonstra que, além do aumento na demanda por recursos, o perfil do endividamento do produtor rural melhorou, ou seja, ele se endividou a um custo menor.

Segundo ele, o crédito ficou mais barato em razão de alguns fatores como o aumento da aplicação a juros controlados, que foi quase 30% superior à realizada no ano-safra passado; a queda na demanda por recursos livres, que são mais caros para o contratante; e o aumento de 55% na aplicação de recursos na poupança rural equalizada, com juros controlados. As constatações foram feitas pelo grupo de acompanhamento do crédito rural, em sua reunião mensal, realizada na última quarta-feira (18/07). O grupo funciona como um comitê de estatística e avaliação do Crédito Rural e é formado por membros do Governo Federal (ministérios da Agricultura, do Planejamento e da Fazenda) e membros do sistema financeiro.

A reunião constatou ainda que, pelo segundo ano, não se conseguiu aplicar a totalidade de recursos programados. Foram contratados 89% do montante previsto.  Houve também uma queda de 7% na demanda por recursos para investimento. O que, segundo Guimarães, “se deve ao alto endividamento do setor, já que os bancos temem liberar recursos para produtores que se encontram com a renda comprometida com o pagamento de dívidas”.

O coordenador pondera que a queda na contratação de recursos para investimento foi menor que o esperado. No entanto, verifica-se desde março deste ano, uma recuperação na tomada de recursos para investimento, impulsionada pelo Programa Modernização da Frota de Máquinas e Equipamentos Agrícolas (Moderfota), destinado ao financiamento, com recursos do Banco Nacional de Desenvolvimento Social (BNDES), de aquisições de máquinas e equipamentos agrícolas.

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