Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,25 / kg
Soja - Indicador PR R$ 154,95 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 162,02 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,85 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,02 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,13 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,58 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,69 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,65 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 142,62 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 143,76 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 156,38 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 156,61 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 133,77 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 147,35 / cx
Frango - Indicador SP R$ 8,33 / kg
Frango - Indicador SP R$ 8,33 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.509,74 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.385,09 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 161,30 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 135,16 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 146,43 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 157,70 / cx
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Abia divulga resultados do setor alimentício

A indústria da alimentação cresceu no 1o semestre de 2007, segundo Pesquisa Conjuntural Abia, em 8,19% no Faturamento Nominal, o que se reflete em 4,59% nas vendas reais, segundo o deflator Fipe industrializados + semi-elaborados.

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Redação (10/08/07) – Esse faturamento real é significativo, pois situa-se acima da previsão de crescimento do PIB brasileiro no corrente ano estimado para 4,5%.

Revela que a indústria da alimentação está mantendo seu dinamismo de crescimento, o que se comprova pelo indicador de variação acumulada nos últimos 12 meses de 4,74%.

Na produção física, ou seja, em volume, o crescimento acumulado no semestre sobre idêntico período do ano anterior está em 5,82% e na variação acumulada nos últimos 12 meses em 4,63%.

Este crescimento sustenta-se na melhoria do rendimento médio real efetivo das pessoas ocupadas, do aumento do emprego formal na economia, e também nas operações de crédito do sistema financeiro direcionado às pessoas físicas.

As exportações de alimentos industrializados atingiram no 1º semestre de 2007 a cifra de US$ 12,17 bilhões com um crescimento em valor de 31,3% sobre o mesmo período do ano anterior, embora em volume o crescimento tenha sido apenas de 21,4%.

O crescimento das exportações nesse nível em 2007 deve-se principalmente à retomada das exportações de carne após as dificuldades do ano precedente, em função dos embargos sanitários em grande número de países.

A participação dos alimentos industrializados sobre as exportações totais do país passou de 15,27% em valor no 1º semestre de 2006 para 16,62% no 1º semestre de 2007.

Os setores da indústria da alimentação que mais se destacaram no crescimento do faturamento nominal no 1º semestre de 2007, comparado com o mesmo período de 2006, foram:

Derivados de carne                                  18,08%

Chocolate, cacau e balas                          17,19%

Derivados de frutas e vegetais                   12,78%

Laticínios                                                  11,18%

Óleos e gorduras                                        9,97%

Total da Indústria                                       8,19%

O setor esteve aquecido por fusões e aquisições no 1º semestre, particularmente em carnes e derivados e açúcar e álcool.

A ABIA projeta para a indústria da alimentação no corrente ano um crescimento em volume na produção de 4,5% a 5% e nas vendas reais ao redor de 5%.

A indústria da alimentação pleiteia nas atuais discussões sobre a Reforma Tributária, a redução da tributação nos alimentos ao padrão internacional.

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