Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,25 / kg
Soja - Indicador PR R$ 154,95 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 162,02 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,85 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,02 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,13 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,58 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,69 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,65 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 142,62 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 143,76 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 156,38 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 156,61 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 133,77 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 147,35 / cx
Frango - Indicador SP R$ 8,33 / kg
Frango - Indicador SP R$ 8,33 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.509,74 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.385,09 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 161,30 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 135,16 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 146,43 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 157,70 / cx
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Ruralistas barganham para aprovar CPMF

A julgar pelos discursos inflamados e as ameaças abertas, o governo federal terá que tratar com especial atenção as demandas da bancada ruralista para conseguir a renovação da CPMF no Congresso.

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Redação (15/08/07) – Além de mais uma rodada de renegociação das dívidas rurais, o Executivo enfrentará também as exigências de medidas compensatórias para amenizar os efeitos da desvalorização cambial no setor rural. "Vamos aproveitar essa oportunidade única da CPMF para negociar com o governo", avisou o presidente da Comissão de Agricultura da Câmara, Marcos Montes (DEM-MG). 

Em audiência pública, ontem (13/08), na Câmara, os parlamentares obtiveram o reforço de lideranças rurais para reivindicar alterações nas políticas para o setor. "Não vamos aprovar nada enquanto o governo não oferecer alguma compensação para essa política que está matando o setor", disse o deputado Moacir Micheletto (PMDB-PR). 

Há um ano fora do governo, o ex-ministro Roberto Rodrigues pediu a redução mais rápida na taxa básica de juros (Selic), a redução da carga tributária via incentivos fiscais, estímulo à proteção (hedge) cambial em mercados futuros e investimentos em logística e infra-estrutura de transportes. "Essa situação pode piorar com o ”investment grade” que vai trazer mais dólares. Há quem fale num câmbio a R$ 1,70 ou abaixo disso", disse. 

O presidente da Sociedade Rural Brasileira, Cesário Ramalho, rejeitou a exigência de um "câmbio verde", mas reafirmou a necessidade de debater isenções tributárias para ajudar o setor a sair de uma "penúria cambial". 

Apesar das pressões, indicadores do Centro de Avançados em Economia Aplicada (Cepea), da USP, mostram ser relativo o efeito negativo do câmbio sobre as exportações do setor. Na comparação entre os primeiros três meses de 2006 e de 2007, o índice de atratividade das vendas do agronegócio, que mede a rentabilidade das exportações, aumentou 12%. "Houve uma melhora nos preços em reais recebidos pelos exportadores", disse o professor Geraldo Sant”Ana Barros.

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