Em pouco tempo, o Brasil estará fazendo a destinação correta de 100% de suas embalagens de defensivos agrícolas de alta periculosidade.
Reciclagem de embalagens avança
Redação (28/08/07) – Hoje, apenas 5% do material colocado no mercado – recipientes de plástico e metálicos -ainda não é retirado, segundo o Instituto Nacional de Processamento de Embalagens Vazias (inpEV), que representa a indústria dos fabricantes.
Dados divulgados ontem pelo órgão apontam que de janeiro a julho deste ano foram destinadas 13.383 toneladas de embalagens vazias de defensivos, um aumento de 15,2% em relação ao mesmo período do ano passado.
"É um número representativo. Estamos competindo com a indústria de alumínio. O Brasil será um exemplo ", diz o presidente da inpEV, João Cesar Rando.
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Desde 2000, os agricultores brasileiros são obrigados por lei a lavar suas embalagens e entregá-las em uma das 365 unidades de recebimento mantidas por distribuidores e fabricantes no país. De lá, são enviadas à incineração ou reciclagem – segundo a inpEV, 92% do material recolhido é reciclado e 8% incinerado.
"Pagamos pela logística até a destinação final", diz Rando. "A receita gerada com a venda de embalagens para reciclagem é suficiente para custear só 18% dos gastos."
























