Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 64,74 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 148,04 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 154,24 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 10,18 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,82 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,96 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,93 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,88 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,92 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 135,85 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 136,83 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 148,71 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 152,18 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 127,37 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 139,67 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,49 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,51 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.565,19 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.475,23 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 153,99 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 130,28 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 138,94 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 148,92 / cx
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Consumo

Segurança no rótulo

Para especialista da Abea, a regulamentação de rótulos no Brasil está alinhada com as principais nações do mundo.

Segurança no rótulo

Segurança no rótulo

Podemos confiar nos rótulos dos produtos brasileiros? Para Alexandre Novachi, advogado e membro da Associação Brasileira de Engenheiros de Alimentos (Abea), a resposta é sim. “Os rótulos do Brasil seguem regras alinhadas com as principais referências mundiais. O processo de regulamentação nacional é maduro, confiável e foi feito para garantir a segurança e satisfação do consumidor”, afirma.

Segundo o especialista, 85% das informações contidas em um rótulo são regulamentadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) ou pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). Tais normas são baseadas no Codex Alimentarius  e nas legislações europeias e norte-americanas. “Além, claro, do embasamento científico, privilegiando a saúde pública e a opinião do consumidor sobre o conteúdo de cada produto”, disse.

Atualmente, explica Novachi, o rótulo é o elo de comunicação de uma empresa com seu consumidor. Ele deve garantir a segurança da mercadoria, sem enganos. “O rótulo transmite os valores da empresa. Algumas marcas simplesmente desaparecem se apresentarem problemas ao consumidor”, enfatizou. “Um rótulo mal feito causa prejuízos graves e irreversíveis”.

Rápida evolução – De acordo com Novachi, existem algumas deficiências no atual sistema, uma vez que a ciência evolui mais rápido que a regulamentação. “Se um estudo comprova que uma substância faz bem à saúde, tal substância só poderá ser comercializada depois de muito tempo”, afirma. “Mas, independentemente das distorções, a lei deve ser cumprida, a fiscalização é rigorosa”. 

O especialista acredita que um dos principais desafios na regulamentação de rótulos envolve a dualidade da Anvisa e o Mapa. “É necessário um alinhamento destes órgãos, para que as normas sejam simplificadas e únicas”. Novachi acredita que o artigo 31 do Código de Defesa do Consumidor (CDC) revela o procedimento básico a ser seguido por uma empresa na hora de rotular seu produto:

“A oferta e apresentação de produtos ou serviços devem assegurar informações corretas, claras, precisas, ostensivas e em língua portuguesa sobre suas características, qualidade, quantidade, composição, preço, garantia, prazos de validade e origem, entre outros dados, bem como sobre os riscos que apresentam à saúde e segurança dos consumidores.”

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