Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 64,73 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 151,89 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 157,42 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 10,23 / kg
Suíno - Estadual SP ↓ R$ 6,90 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,96 / kg
Suíno - Estadual PR ↓ R$ 5,86 / kg
Suíno - Estadual SC ↓ R$ 5,99 / kg
Suíno - Estadual RS ↓ R$ 5,91 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 129,18 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 129,26 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 142,29 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 139,61 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 121,02 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 132,81 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,24 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,26 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.571,30 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.500,74 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 153,87 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 127,79 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 136,71 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 150,17 / cx
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P&D

Tecnologia para produzir mais

A cada ano, inovações tecnológicas surgem em favor da agricultura, como os novos ativos de defensivos agrícolas.

Há 50 anos, a produção de apenas um hectare de terra cultivável era suficiente para alimentar duas pessoas. Em 2025, sem áreas disponíveis mas com uma população em constante crescimento, o mesmo hectare precisará garantir alimentos para cinco pessoas. Como isso será possível? Por meio de tecnologias inovadoras para o campo, entre elas novos ativos de defensivos agrícolas.

E a indústria tem feito sua parte. Segundo Associação Nacional de Defesa Vegetal (Andef), que engloba 16 empresas, entre US$ 200 milhões e US$ 300 milhões são investidos em pesquisas. Para que novas moléculas se tornem produtos, como herbicidas ou fungicidas, as indústrias realizam pesquisas em seus laboratórios que podem durar até 10 anos e são estudadas entre 200 mil e 400 mil moléculas.

Para o diretor executivo da Andef, José Otávio Menten, o setor de defensivos tem um papel muito importante para a produção de alimentos, que por sua vez tem muita influência no meio ambiente. “Por isso a agricultura tem que ser bem feita”, afirma ele, ressaltando que a associação procura capacitar produtores sobre o uso correto, para assegurar melhor qualidade de alimentos.

Sobre a importância do setor na produção de alimentos e o quanto o processo evoluiu, Mentem relembra quem no final do século 19, na Irlanda, uma doença que atingiu a produção da batata resultou na morte de cerca de 2 milhões de pessoas. Mais de cem anos depois, o diretor da Andef ressalta, entre outras práticas, que o setor de defensivos agrícolas produziu produtos que possibilitou encontrar medidas para minimizar o impacto da ferrugem asiática na soja e evitar, por exemplo, perdas nas safras e até mortes.

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