Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 67,24 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 147,67 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 153,90 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 9,25 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,31 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,46 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,66 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,58 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,62 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 141,07 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 143,86 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 150,64 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 162,44 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 131,98 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 145,79 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,38 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,40 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.538,46 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.454,59 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 154,26 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 135,63 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 158,66 / cx
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Outras Aves

Marrecos com arroz

Camaquã (RS) debate criação de marrecos na lavoura de arroz nesta sexta-feira (12/03) como alternativa de renda.

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Marrecos com arroz

O Instituto Rio Grandense do Arroz (Irga) em parceria com a Associação dos Usuários do Perímetro de Irrigação do Arroio Duro (AUD) realiza nesta sexta-feira (12/03), a partir das 11 horas, evento que aborda a criação de Marrecos de Pequim na lavoura de arroz. O encontro acontece na propriedade de João Afonso Trapp, no Banhado do Colégio N/3, em Camaquã.

A palestra que aborda o manejo das aves será ministrada pelo secretário de Agricultura e 2º suplente do Conselho Deliberativo do Irga, Eli Sebastião Foletto, de Restinga Seca. Segundo Foletto, a criação de marrecos de Pequim é uma alternativa de renda para os arrozeiros em algumas regiões do Rio Grande do Sul.

A técnica ajuda a combater a infestação do arroz vermelho. O processo é utilizado há mais de quatro mil anos em plantações de arroz da China, para o controle de invasoras e redução de tempo no preparo do solo.

As aves fazem parte de um projeto, implantado em 2003, para auxiliar no combate aos inços e pragas, como o arroz vermelho, que atacam as lavouras orizícolas. Na entressafra do cereal, os marrecos são fontes de produção no contexto da agricultura familiar, garantindo também, a sustentabilidade da lavoura.

O uso dos marrecos concorre para o equilíbrio ecológico, pois os marrecos de Pequim consomem todas as pragas que restarem na lavoura, facilitando o plantio, reduzindo o uso de produtos químicos e tornando a área mais rentável.

A criação de marrecos de Pequim em lavouras de arroz tem se tornado uma alternativa rentável para alguns produtores. “É uma prática simples, acessível e ideal para pequenos agricultores porque requer baixo investimento, limitando-se à compra de marrecos e ao uso mínimo de mão-de-obra na condução e manejo dos animais na área de lavoura”, afirmou.

Conforme o secretário, há seis anos utiliza as aves em sua propriedade. “Os 80 hectares cultivados com arroz servem de moradia para os 2.500 marrecos”, destacou. Na safra 2009/10 cerca de 60 mil marrecos foram utilizados em lavouras do Estado.

Origem
Os marrecos de Pequim têm como origem o nordeste asiático. Esta espécie apresenta uma grande capacidade de adaptação em todo o mundo. Sem precisar de muitos cuidados, é uma ave decorativa e também usada na alimentação, principalmente na Europa.

Participam do encontro o chefe do Núcleo de Assistência Técnica e Extensão Rural do Irga de Camaquã, Roberto Longaray Jagger, técnicos, representantes de empresas ligadas ao setor e produtores da região.

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