Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,29 / kg
Soja - Indicador PR R$ 155,18 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,89 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,86 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,04 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,26 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,59 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,71 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,69 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 133,21 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 132,55 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 148,24 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 149,07 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 124,52 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 137,52 / cx
Frango - Indicador SP R$ 8,31 / kg
Frango - Indicador SP R$ 8,31 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.510,24 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.400,50 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 156,97 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 127,22 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 141,41 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 154,50 / cx
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Ministério

Disputa no Mapa

Gerardo Fontelles e Wagner Rossi disputam lugar de Stephanes, que deixa o ministério para concorrer a vaga de deputado estadual.

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Disputa no Mapa

A troca de comando no Ministério da Agricultura (Mapa) mobiliza o setor, que não gostaria da prevalência de critérios políticos para a indicação de um novo ministro após a desincompatibilização de Reinhold Stephanes. Na bolsa de apostas dois nomes se apresentam: o secretário executivo, Gerardo Fontelles, como solução técnica, e o presidente da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), Wagner Rossi, como opção política.

A solução técnica é defendida pelos produtores para evitar uma eventual contaminação nas atividades do ministério pelas investigações que o Tribunal de Contas da União (TCU) faz na estatal. O Tribunal investiga irregularidades administrativas praticadas na Conab e que constrangem seu presidente, embora Rossi afirme que os atos sob fiscalização não se referem a sua gestão na Conab.

Rossi se declarou feliz com a possibilidade de assumir o ministério após o desligamento de Stephanes, que deixa o cargo no fim do mês para concorrer a uma vaga de deputado federal pelo Paraná. Os ruralistas que se sentem desconfortáveis com a indicação de Rossi preferem não se identificar. Afinal, não querem correr o risco do desgaste caso a escolha recaia sobre o nome de Rossi.

As negociações continuam e o PMDB, que é o detentor do cargo, ainda quer interferir na escolha, não apenas no Ministério da Agricultura, mas em todas as outras pastas sob sua influência política. Sobre o assunto, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva sinalizou, várias vezes, que deseja uma solução técnica, ou seja, a posse dos atuais secretários executivos.

Assessores do Planalto ressaltam que é difícil garantir que essa solução seja definitiva, embora a tendência seja a de manter a orientação inicial do presidente da República. A avaliação do governo é a de que o tempo é curto demais entre a saída dos atuais ministros e a posse do governo em 2010 para que se tome pé da situação de cada área e ainda se promovam ações que surtam efeito neste último ano do governo Lula.

Isso valeria também para o presidente da estatal, ainda que a empresa seja subordinada ao Ministério da Agricultura e, portanto, mais familiarizada com as questões da pasta.

“Não queremos intervenção política do PMDB no Ministério da Agricultura”, disse um produtor rural à Agência Estado após tentar convencer representantes do governo sobre sua posição. “Não temos nada contra Rossi, mas tememos que o episódio do Tribunal de Contas da União na Conab acabe arranhando a Agricultura”, comentou outro líder agrícola. Procurada pela Agência Estado, a assessoria de imprensa da Companhia Nacional de Abastecimento informou que Rossi não daria declarações sobre o assunto.

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