Agroceres PIC e Agroceres Multimix entregam quadro retratando a evolução da suinocultura no Vale do Piranga (MG).
Ao completar 25 anos, Assuvap é homenageada pela Agroceres PIC e Agroceres Multimix

Com o quadro “Assuvap 25 anos”, a Agroceres PIC e Agroceres Multimix homenagearam a Associação dos Suinocultores do Vale do Piranga (Assuvap), que completou 25 anos de fundação em 2010. A obra foi idealizada pelo artista plástico Henry Vitor e retrata de forma lúdica e poética a evolução da suinocultura naquela região da Zona da Mata Mineira, ressaltando a importância da entidade neste processo. A tela foi entregue ao atual presidente da Assuvap, Fernando Soares, durante jantar de Encerramento das Atividades em 2010, evento promovido pela própria associação em parceria com a Cooperativa dos Suinocultores de Ponte Nova e Região (Coosuiponte), no dia 02 de dezembro, em Ponte Nova (MG).
“Fizemos esta homenagem porque acreditamos no tipo de suinocultura que se desenvolveu na região, com produtores buscando agregar valor ao seu produto, sendo adeptos de novas tecnologias e de uma gestão profissional nos negócios ao mesmo tempo em que se mantêm unidos em questões essenciais por meio da associação que criaram há 25 anos”, ressalta o diretor superintendente da Agroceres PIC, Alexandre Furtado da Rosa.
A Agroceres PIC possui uma relação umbilical com a suinocultura da região de Ponte Nova, no Vale do Piranga. Foi ali que a empresa iniciou a comercialização de seu material genético no final dos anos 70 e início da década de 80, período em que começava o processo de industrialização e profissionalização da suinocultura no País. “Quando começamos com a proposta de um melhoramento genético moderno, voltado essencialmente para características de relevância econômica, foram os suinocultores desta região que primeiro apoiaram nossa iniciativa”, indica Rosa.
Leia também no Agrimídia:
- •Master Agroindustrial anuncia R$ 250 milhões em investimentos para expansão da suinocultura com produtores integrados
- •Casos de Peste Suína Africana em javalis chegam a 216 na região de Barcelona (Espanha)
- •Reino Unido consulta empresas sobre acordo sanitário e fitossanitário com a União Europeia
- •Produção de ração animal na França cresce 1,1% em 2025, mas setor suíno registra retração
Formada a partir de uma joint venture com a inglesa Pig Improvement Company (PIC), a Agroceres PIC estruturou sua granja núcleo em Minas Gerais, trazendo as primeiras linhagens híbridas para o Brasil. Até então, a produção brasileira de suínos tendia pela adoção de animais de raça pura em substituição aos chamados tipo banha. O projeto da Agroceres PIC acabou mudando o rumo desta história.
“Muitos chegaram a afirmar que a suinocultura daquela região iria reduzir drasticamente ou mesmo desaparecer porque não havia ali produção de grãos, mas os suinocultores provaram que mais importante do que esta questão era tornar-se eficiente na produção e na comercialização dos seus produtos, e nisto a Assuvap ajudou muito”, aponta Rosa. “A associação foi e é responsável por canalizar novos conhecimentos técnicos, estimular a troca de experiências, capacitar produtores e defender interesses comuns, fatores que aceleram o processo de evolução em qualquer atividade”.
A pintura – Toda esta evolução da suinocultura local e o papel decisivo da Assuvap neste processo estão retratados no quadro entregue à entidade pela Agroceres PIC e Agroceres Multimix. A obra tem dimensão de 0,95 x 0,75 metros e está carregada de simbolismos sobre os 25 anos. O autor, por exemplo, compõe o cenário com 25 guarás, ave símbolo da região, trazendo também 25 árvores carregadas de frutas e flores como uma metáfora ao idealismo de quem construiu aquela região. O quadro também retrata a velha suinocultura, com suínos caipiras criados soltos ou em pequenas pocilgas, tendo no canto oposto o retrato da atual suinocultura, com suas granjas tecnificadas e moderno frigorífico. E, em posição central na pintura, está a edificação da Assuvap e seu símbolo de união e força, motor de todas estas transformações.
Sobre o autor
O pintor naif Henry Vitor nasceu em Guaxupé (MG) em 1939. Radicado em São Paulo (SP), começou a pintar em 1967. Participou de dezenas de exposições, recebendo prêmios nacionais e internacionais com suas obras. Entre seus projetos mais famosos, estão os painéis de 20 m2 de óleo sobre tela, feitos para o antigo Banespa, com um deles alocado na agência Voluntários da Pátria e outro na agência Pamplona, ambos na capital paulista. Em 1995 esteve entre os artistas entrevistados para o documentário “Arte Naif no Brasil”.
Atualizando dados.
















