Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 64,27 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 146,69 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 152,41 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 10,48 / kg
Suíno - Estadual SP ↓ R$ 6,93 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,96 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 6,02 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,99 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,92 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 129,09 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 131,45 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 141,08 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 143,17 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 121,08 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 132,98 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,27 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,29 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.560,32 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.473,40 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 152,33 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 128,04 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 138,21 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 150,17 / cx
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Geral

Desmatamento na Amazônia

Maior parte das florestas desmatadas estão no Pará (67%) e no Mato Grosso (13%). As reservas concentram 16% das áreas sob risco.

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O Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon), organização que faz um levantamento paralelo ao oficial da devastação na região amazônica, divulgou sábado (8), pela primeira vez, um boletim em que estima o risco de desmatamento nessa porção do Brasil. O modelo é um mapa de probabilidade com resolução de 1 quilômetro quadrado e que abrange o período de agosto de 2010 a julho de 2011.

A organização calculou que a maior parte das florestas sob risco de desmatamento concentra-se no Pará (67%) e em Mato Grosso (13%). Áreas privadas, devolutas ou em conflito de posse concentram 59% dessas áreas, enquanto que outros 25% estão dentro de assentamentos de reforma agrária. As reservas concentram 16% das áreas sob risco de desmatamento.

Trata-se de um modelo baseado em estatísticas que permitem, de acordo com o Imazon, prever quais são as áreas com maior probabilidade de devastação, partindo dos pontos que foram desmatados no passado e fatores que influenciam na possibilidade de exploração da floresta, como proximidade de estradas e rios navegáveis, custo de transporte de madeira, topografia, elevação de terreno, declividade e unidades de conservação.

A organização calculou que a maior parte das florestas sob risco de desmatamento concentra-se no Pará (67%) e Mato Grosso (13%). Áreas privadas, devolutas ou em conflitos por posse concentraram 59% dessas áreas, enquanto que outros 25% estão dentro de assentamentos de reforma agrária. As reservas concentram 16% das áreas sob risco de desmatamento, respectivamente.

O Imazon assumiu uma taxa de desmatamento anual de 7.500 quilômetros quadrados para o período estimado, o que fez com que a projeção apontasse uma área de floresta de pelo menos 3.700 quilômetros quadrados sob risco de desmatamento, ou seja, áreas com probabilidade de desmatamento maior que zero. De acordo com a instituição, a estimativa tem 95% de confiança estatística.O resultado é um mapa com resolução de 1 quilômetro quadrado.

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