Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 64,27 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 146,69 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 152,41 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 10,48 / kg
Suíno - Estadual SP ↓ R$ 6,93 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,96 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 6,02 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,99 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,92 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 129,09 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 131,45 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 141,08 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 143,17 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 121,08 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 132,98 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,27 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,29 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.560,32 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.473,40 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 152,33 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 128,04 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 138,21 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 150,17 / cx
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Alimentos mais caros

IPC-S fica em 0,59% na primeira prévia de março. Maiores correções ocorreram no grupo alimentação, com alta de 0,54%, segundo FGV.

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Alimentos mais caros

O Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) ficou em 0,59% na primeira prévia de março, referente à pesquisa encerrada no último dia 7, segundo o levantamento feito pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas (FGV). Essa taxa superou a apurada no fechamento de fevereiro (0,49%).

Dos sete grupos pesquisados, quatro apresentaram elevações. As maiores correções ocorreram no grupo alimentação, cuja taxa média passou de uma alta de 0,12% para 0,54%, com destaque para as frutas (de -0,42% para 1,46%).

Em saúde e cuidados pessoais, o IPC-S atingiu 0,54% ante 0,41%, sob a influência dos serviços odontológicos (de 0,39% para 0,72%). O grupo habitação teve ligeiro aumento (de 0,58% para 0,59%), puxado pela tarifa de telefone móvel ou celular (de 1,32% para 1,98%).

No grupo vestuário, foi constatado movimento de recuperação de preços, embora a taxa tenha permanecido negativa, com a variação passando de -0,17% para -0,16%. Os calçados, que custavam em média 0,10% menos, subiram 0,11%.

Nos demais grupos ocorreram altas, mas em índices abaixo dos registrados no levantamento anterior. Em educação, leitura e recreação, a taxa passou de 0,44% para 0,26%, com a influência da redução dos índices referentes a cursos preparatórios para provas de vestibular ou concurso público (de 4,62% para 1,31%); em despesas diversas, de 1,49% para 1,08%, com destaque para os cigarros (de 2,68% para 2,04%), e em transportes, de 1,16% para 1,08%. Neste caso, a redução do impacto inflacionário foi provocada pela tarifa de ônibus urbano (de 1,11% para 0,45%).

Os cinco itens que mais pressionaram o IPC-S foram: tomate (de 17,55% para 16,12%), tarifa do metrô (de 4,91% para 7,08%), aluguel residencial (de 0,81% para 0,77%), cenoura (de 14,75% para 16,68%) e empregada doméstica mensalista (de 2,35% para 2,65%).

Já os cinco itens que ajudaram amenizar os avanços de preços foram a alcatra (de -3,03% para -4,22%), o contrafilé (de -4,50% para -5,75%), filé mignon (de -12,86% para -12,03%), o limão (de -16,96% para -11,49%) e o açúcar refinado (de -2,71% para -2,43%).

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