Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,74 / kg
Soja - Indicador PR R$ 155,50 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,93 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 8,05 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,20 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,46 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,63 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,85 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,75 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 132,33 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 132,55 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 143,81 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 146,96 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 123,67 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 137,16 / cx
Frango - Indicador SP R$ 8,32 / kg
Frango - Indicador SP R$ 8,35 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.535,23 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.419,47 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 153,67 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 129,07 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 140,69 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 154,50 / cx
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Agropecuária

Produtividade em MT

Solução para evitar emissão de carbono no Mato Grosso é aumentar a produtividade, principalmente na pecuária, afirma o diretor da IGAEA, Bernardo Strassburg.

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Com projeto de lei ainda em consulta pública, a Redução por Emissão do Desmatamento e Degradação Florestal (REDD) deve ser fortalecida com incentivos ao aumento da produtividade na agropecuária, por meio de parceria entre os Institutos GAEA e Centro Vida (ICV). Tema foi pauta de discussão com setor produtivo ontem (21) na Federação Mato-grossense da Agricultura e Pecuária (Famato).

Na avaliação do diretor do IGAEA, Bernardo Strassburg, a solução para evitar emissão de carbono é aumentar a produtividade, principalmente na pecuária. “É importante atrair o produtor para essa discussão”. Strassburg lembra que o Plano ABC (Agricultura de Baixo Carbono), lançado em Mato Grosso na semana passada ainda está registrando pouca procura por recursos. Coordenador Executivo do ICV, Laurent Micol, diz que tem sido discutida a criação de uma certificação por reduções na emissão de carbono. “Oferecendo esse certificado de REDD, vai ser possível ao proponente buscar um financiador no mercado voluntário ou internacional”.

Diretor de relações institucionais da Famato, Rogério Romanini, explica que proposta do REDD é possibilitar aos países com reserva florestal receber compensação financeira pela conservação do bioma. “Temos mais de 60% da nossa vegetação intacta e é justo que tenhamos valorização de nossas florestas”. Entre 2006 e 2009, o Estado reduziu o desmatamento em 60% no bioma Amazônia. Até 2020, a meta é alcançar redução de 89%. Isso representa cerca de um terço da meta total de redução das emissões de gases de efeito estufa até 2020.

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