Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 67,35 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 148,31 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 154,75 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 9,46 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,55 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,67 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,78 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,72 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,73 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 141,38 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 144,11 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 152,36 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 163,60 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 132,26 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 145,83 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,38 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,39 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.562,68 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.468,08 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,63 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 136,46 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 158,66 / cx
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Entidades

Embrapa em greve

A partir de hoje (29/06) os cerca de 10 mil trabalhadores da estatal vinculada ao Mapa cruzam os braços por tempo indeterminado.

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A partir de hoje os cerca de 10 mil trabalhadores da estatal vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento cruzam os braços por tempo indeterminado.
   
O primeiro ato da mobilização acontece no próximo dia 29, na rodoviária do Plano Piloto de Brasília. Na ocasião, o Sinpaf distribuirá alimentos para a população e alertará sobre a necessidade da Embrapa servir também ao povo brasileiro e não apenas ao agronegócio.
   
Além das cláusulas econômicas, que incluem reajuste salarial de 10,51%, a categoria luta para estabelecer uma mesa de negociação e combater a postura da empresa que atua de forma autoritária e impõe medidas como banco de horas e tabela salarial sem discutir com a categoria.
   
O exercício da atividade sindical também é alvo de perseguições. No último dia 20, o chefe do setor de informação da Embrapa no Pará, Afonso Cardoso, foi exonerado após duas décadas de serviços prestados à empresa por aderir ao movimento de paralisação no início da semana passada, que serviu como alerta para tentar estabelecer o diálogo.
   
“Há uma série de punições em andamento sem processo administrativo e sem direito à defesa. A Embrapa, inclusive, é alvo de uma ação civil pública contra assédio moral”, comenta Vicente Almeida, presidente do Sindicato Nacional dos Trabalhadores de Pesquisa e Desenvolvimento (Sinpaf), filiado à CUT.
   
O dirigente conta que os trabalhadores montaram comissões paritárias com representantes da empresa para apurar as demissões imotivadas. Mas, a companhia se nega a publicar o relatório, que detalha o cenário de precarização e deixa claro o desrespeito à Lei 9784/1999, responsável por proteger os direitos dos administrados.
   
Outro obstáculo é a discussão sobre um plano de cargos e salários, que enfrenta a intransigência da administração da empresa, assim como a prorrogação do atual acordo coletivo de trabalho, há 60 dias em debate.
   
De acordo com o presidente da entidade, o crescimento da atuação da empresa acompanha direitamente o aumento da terceirização e a queda do número de funcionários. “A empresa atua em 56 países e, no Brasil, apenas não está presente no Rio Grande do Norte, no Espírito Santo e em Alagoas. Porém, temos hoje 9.500 trabalhadores, enquanto tínhamos 12 mil em 1982. Há um aumento da demanda e um déficit de mão de obra, o que gera uma expansão significativa de casos de doenças ocupacionais”, avalia Almeida. As informações são do Sinpaf/Agência CUT.

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