Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 67,26 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 149,89 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 158,09 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 8,62 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,11 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,29 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,53 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,49 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,52 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 140,65 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 143,86 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 150,64 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 162,44 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 131,75 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 143,95 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,32 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,33 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.551,32 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.451,52 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 154,26 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 135,30 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 158,66 / cx
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Mendes Ribeiro na SRB

Em uma reunião-almoço com o presidente da Sociedade Rural Brasileira, o ministro da Agricultura reiterou seu compromisso com o setor agropecuário.

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No  último dia 3 de outubro, o ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Mendes Ribeiro Filho, participou, na sede da Sociedade Rural Brasileira, de um almoço com o presidente da entidade Cesário Ramalho da Silva e as principais lideranças do agronegócio nacional.

Na abertura do encontro, Cesário Ramalho enfatizou que a presença do ministro na “Casa da Agricultura Brasileira”, valoriza e apoia o setor que é formado pelo pequeno, médio e grande produtor. Destacou, também, que a presidente Dilma Rousseff tem feito um trabalho de sinergia que vai ao encontro das causas principais do agro brasileiro, a exemplo das novas medidas de apoio contidas no Plano Safra 2011/2012.

Em nome da agropecuária nacional, o presidente da Rural pediu a Mendes Ribeiro que olhasse com atenção para algumas questões que atrapalham o desenvolvimento e o crescimento do setor: “A aprovação do novo Código Florestal, no qual estamos trabalhando há quase dois anos e entendemos que deve ser aprovado o quanto antes. A regulamentação da venda de terras para estrangeiros, que está inibindo investimentos importantes para as florestas plantadas e as usinas de açúcar e álcool, por exemplo. Temos entendimento de que se a agricultura brasileira está no patamar de hoje, é devido também à presença do capital externo, que fez valer um fluxo de caixa nos negócios rurais, que levou renda ao campo”.

Encerrando seu discurso, o presidente da Rural pediu empenho ao Ministro Mendes Ribeiro para resolver essas pendências e para manter a segurança jurídica no campo. 

Durante seu discurso, o Ministro da Agricultura salientou que não entende a razão de a agricultura não ter a importância da qual é digna no dia-a-dia dos brasileiros. E, esclareceu, que “se eu tenho alguma coisa que fazer na agricultura é emprestar minha experiência política para o reconhecimento do setor, o seu fortalecimento, para que as pessoas possam perceber que ao ajudarmos a agricultura, ela vai ajudar o Brasil”. 

Sobre os pedidos do presidente da Rural, Mendes Ribeiro comentou que tem o novo Código Florestal como objetivo, bem como a definição da AGU em relação a terras para estrangeiros, mas ressaltou que são questões que precisam ser enfrentadas com cautela. “Temos de ter a sensibilidade política de conseguir fazer o diálogo que não tenha o sentido de que estamos falando alguma coisa contra a soberania nacional, o direito do cidadão. É preciso aprender a fazer o discurso. O diálogo fomenta as soluções. Não precisamos impor nada.”

Outra prioridade apontada por Mendes Ribeiro é a construção, junto de sua equipe, de um seguro de renda para os produtores. 

O ministro destacou, ainda, a responsabilidade do Brasil em seguir apoiando cada vez mais os países vizinhos para tornar a América Latina um território seguro, livre de doenças como febre aftosa, peste suína clássica e influenza aviária, que colocam em risco a economia do continente e a saúde da população. “Queremos ser, até a metade de 2013, um país livre de aftosa, mas para isso há que se ter o comprometimento e a disposição dos estados e municípios, dos integrantes da cadeia, e a participação concreta da iniciativa privada”, disse.

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