Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 64,30 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 146,18 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 152,13 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 10,38 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,93 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,96 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 6,01 / kg
Suíno - Estadual SC ↓ R$ 5,95 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,92 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 134,59 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 136,83 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 148,71 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 152,18 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 127,27 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 139,67 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,49 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,50 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.560,04 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.473,40 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 153,99 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 128,04 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 140,00 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↑ R$ 150,47 / cx
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Diretor-geral da FAO propõe internacionalização da Embrapa

Para José Graziano, o Brasil está em fase de transição da condição de receptor de ajuda internacional para a de colaborador.

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Diretor-geral da FAO propõe internacionalização da Embrapa

O diretor-geral da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), José Graziano da Silva, defendeu ontem (24) a internacionalização da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) como uma espécie de agência de cooperação técnica, durante palestra no colóquio ‘A Importância da Sociedade Civil Nacional e Internacional para a Segurança Alimentar e Nutricional’, em Porto Alegre.

O encontro foi organizado pelo Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES) do Rio Grande do Sul no Palácio Piratini, como atividade de abertura do Fórum Social Temático, que prossegue até a próxima segunda-feira na capital gaúcha.

Para Graziano, o Brasil está em fase de transição da condição de receptor de ajuda internacional para a de colaborador e, nessa condição, deve oferecer ajuda técnica aos países que precisam, especialmente na área de produção de alimentos e na África.

Em sua primeira visita ao Brasil desde que assumiu o cargo, no início deste mês, Graziano revelou que a FAO está recriando seu departamento de cooperativismo, fechado porque não houve reposição de funcionários aposentados.

“É isso que dá deixar a burocracia sem comando político, sem visão política do que é prioridade”, criticou.

O diretor-geral do órgão revelou que ‘boas práticas’ da agricultura familiar e do cooperativismo no Rio Grande do Sul devem ser difundidas pelo departamento.

Graziano reconheceu que trabalha com um orçamento apertado – em torno de US$ 1 bilhão por ano – e que a ordem tem sido gastar o mínimo possível com papéis e viagens de funcionários, trocando inclusive a primeira classe por alguma mais econômica em voos de duração inferior a nove horas.

O diretor-geral da FAO também elogiou o governo da presidente Dilma Rousseff por partir para a busca ativa de miseráveis, pessoas que não têm nem documentos e muitas vezes se tornam ‘invisíveis’ à sociedade.

“Essa é uma inovação extraordinária”, avaliou, para afirmar que, com isso, o Brasil pode erradicar a fome até o final desta década. “Não é aceitável conviver com a fome e a miséria em nenhuma democracia”, ressaltou.

“O Brasil acordou para essa realidade e está lutando para mudá-la”, sentenciou o diretor-geral, ex-ministro no primeiro mandato de Luiz Inácio Lula da Silva.

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