Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 64,27 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 146,69 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 152,41 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 10,48 / kg
Suíno - Estadual SP ↓ R$ 6,93 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,96 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 6,02 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,99 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,92 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 129,09 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 131,45 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 141,08 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 143,17 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 121,08 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 132,98 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,27 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,29 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.560,32 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.473,40 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 152,33 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 128,04 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 138,21 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 150,17 / cx
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Uma em cada oito pessoas passa fome no mundo, aponta FAO

A FAO estima que 870 milhões de pessoas passavam fome entre 2010 e 2012.

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Uma em cada oito pessoas no mundo sofre de subnutrição crônica, revelou a Organização de Alimentação e Agricultura da ONU (FAO, na sigla em inglês). A maioria dos famintos – ou 852 milhões de pessoas – estão em países em desenvolvimento, enquanto 16 milhões de pessoas sofrem com a subnutrição nos países desenvolvidos.

A FAO estima que 870 milhões de pessoas passavam fome entre 2010 e 2012, representando 12,5% da população mundial. Apesar de o número global de famintos ter diminuído em 132 milhões entre 1990-92 e 2010-12, ou de 18,6% para 12,5% da população mundial, esse contingente “permanece inaceitavelmente alto”, destacou o organismo no documento “O Estado da Insegurança Alimentar no Mundo 2012”.

Ao mesmo tempo, o resultado sugere progresso na redução da fome, ocorrendo de uma forma mais pronunciada do que o pensado inicialmente. “O forte crescimento econômico vai ser um componente essencial para a redução da fome de maneira sustentável e bem-sucedida”, apontou a FAO. “Na verdade, regiões que tiveram expansão mais rápida testemunharam reduções mais aceleradas na fome”, complementou.

A FAO lembra, contudo, que o crescimento econômico, entre outros pontos, deve envolver e alcançar os mais pobres por meio de mais empregos e de outras oportunidades de geração de renda. Aponta também a importância da agricultura, especialmente em países de baixa renda, para reduzir a pobreza e, consequentemente, a fome.

De qualquer forma, o organismo da ONU para a alimentação avalia como possível alcançar a Meta do Milênio de reduzir pela metade o percentual de pessoas sofrendo de fome crônica até 2015, se forem tomadas medidas apropriadas para reverter a desaceleração econômica vista desde 2007-2008.

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