Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 69,58 / kg
Soja - Indicador PRR$ 122,42 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 128,31 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 9,46 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 6,43 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 6,53 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 5,86 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 5,82 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 6,01 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 174,43 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 172,19 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 191,47 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 192,55 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 164,20 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 188,97 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,27 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,30 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.286,52 / t
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Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 200,92 / cx
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Friboi, 1º a aderir a novo acordo de regularização socioambiental

Empresas que aderirem ao acordo terão novos prazos para exigirem dos seus fornecedores o cumprimento da legislação ambiental e social.

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Friboi, 1º a aderir a novo acordo de regularização socioambiental

O Ministério Público Federal (MPF) propôs novo acordo para a regularização socioambiental da cadeia produtiva da carne nos estados que integram o bioma Amazônico. As empresas que aderirem ao acordo terão novos prazos para exigirem dos seus fornecedores o cumprimento da legislação ambiental e social. O JBS-Friboi é o primeiro frigorífico a assinar o novo acordo.

O acordo proposto em 2013 uniformiza as obrigações a serem cumpridas por todas as unidades do frigorífico na região amazônica e substitui os termos de ajustamento de conduta (TAC) firmados anteriormente pelo JBS-Friboi com o MPF do Acre e Mato Grosso, alinhado com as obrigações do TAC no Pará, renovando o compromisso do maior frigorífico do mundo em exigir dos seus fornecedores o cumprimento de critérios de legalidade ambiental e social como requisito para a compra de animais para o abate.

Com a assinatura do acordo, os frigoríficos assumem o compromisso de comprar matéria-prima apenas de produtores rurais que não cometam desmatamento ilegal, façam a identificação das suas propriedades – por meio de inscrição nos cadastros estaduais existentes – iniciem o processo de licenciamento ambiental e não tenham ocorrência de trabalho escravo, invasão de unidades de conservação, terras indígenas, quilombolas e comunidades tradicionais. “Queremos trazer os frigoríficos para assumirem as responsabilidades ambientais e sociais que a atividade econômica que desenvolvem tem. Há uma obrigação solidária e, assim, aprimoramos os padrões já existentes e estabelecer um novo patamar de qualidade onde ainda não há”, explicou o procurador da República, Daniel César Azeredo Avelino, do Pará, coordenador do Grupo de Trabalho Amazônia Legal, do MPF.

O histórico de diálogo do MPF com as indústrias beneficiadoras e exportadoras de carne bovina começou em 2009, no Pará, e repercutiu no Acre e no Mato Grosso. Ao todo 97 frigoríficos já assinaram o TAC. Com isso, produtores rurais irregulares ficam excluídos do mercado da pecuária.

Em quatro anos, a queda do desmatamento na Amazônia foi muito mais significativa no Pará, que respondeu por 75% da redução no desmatamento no ano de 2012, de acordo com dados do Programa de Cálculo do Desflorestamento da Amazônia (Prodes). Outros estados ou não reduziram o desmatamento na mesma proporção ou tiveram incremento, o que justifica a tomada das mesmas ações para toda a Amazônia Legal.

MT e AM – Em março de 2013, após mais de um ano de diálogo com representantes do setor, cinco frigoríficos instalados no Amazonas e 38 em Mato Grosso estão recebendo a íntegra do documento construído coletivamente para celebrarem o acordo com o MPF. “O MPF vem trabalhando na identificação das propriedades de origem dos animais que são abatidos. Não havendo uma solução consensual, o MPF adotará as medidas para assegurar o respeito à legislação ambiental e social”, afirmou o procurador Rodrigo Timóteo da Costa e Silva, de Mato Grosso.

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