Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,29 / kg
Soja - Indicador PR R$ 155,18 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,89 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,86 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,04 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,26 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,59 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,71 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,69 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 133,21 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 132,55 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 148,24 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 149,07 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 124,52 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 137,52 / cx
Frango - Indicador SP R$ 8,31 / kg
Frango - Indicador SP R$ 8,31 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.510,24 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.400,50 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 156,97 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 127,22 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 141,41 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 154,50 / cx
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Economia

FAO: Preços dos produtos agrícolas e carne vão aumentar

Preço dos produtos agrícolas e da carne deve aumentar na próxima década, devido ao abrandamento da produção conjugado com o aumento da procura e um ambiente macroeconómico favorável.

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FAO: Preços dos produtos agrícolas e carne vão aumentar

O preço dos produtos agrícolas e da carne deve aumentar na próxima década, devido ao abrandamento da produção conjugado com o aumento da procura e um ambiente macroeconómico favorável, segundo as ‘Perspetivas Agrícolas 2013-2022’ da OCDE e da FAO.

De acordo com o relatório, os preços da carne, peixe e biocombustíveis devem subir mais do que os dos produtos agrícolas primários, devendo os preços médios dos cereais, oleaginosas, açúcar e algodão manter-se relativamente estáveis face aos dez anos anteriores, quando se bateram vários recordes desde 2007.

A inflação dos preços da alimentação deve aliviar, mas com os gastos em comida a representar entre 20 a 50% dos orçamentos familiares em muitos países em desenvolvimento, sendo que um valor acessível continua a ser uma preocupação em termos de segurança alimentar.

A produção agrícola mundial deve crescer 1,5% ao ano em média comparativamente aos 2,1% da década anterior, refletindo o aumento dos custos, maiores condicionantes aos recursos e as crescentes pressões ambientais.

A OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico) e a FAO (Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura) preveem também um abrandamento na expansão da produção agrícola a médio prazo, devido à diminuição das áreas cultiváveis e da produtividade.

Nos países em desenvolvimento antecipa-se um aumento da produção, sobretudo nas economias emergentes que investiram nos seus setores agrícolas e em tecnologias com potencial para alcançar os níveis de produtividade das economias avançadas.

O consumo vai também aumentar, mas de forma mais lenta, estimulado pelo crescimento da população, aumento do rendimento disponível, urbanização e alteração das dietas alimentares, prevendo-se uma expansão mais rápida na Europa de Leste e Ásia central, seguindo-se a América latina e o resto da Ásia.

O crescimento do consumo de carne ‘per capita’ vai afrouxar à medida que as economias em desenvolvimento atingem os níveis dos países mais avançados, mantendo-se as aves como a escolha mais barata e popular, correspondente a cerca de 50% do aumento do consumo de carne.

A produção de leite vai aumentar a um ritmo mais lento na próxima década, face aos elevados custos da alimentação para animais, competição das pastagens com outros usos da terra e escassez de água.

As quebras na produção, volatilidade dos preços e interrupções temporárias das trocas comerciais continuam a ser uma ameaça à segurança alimentar mundial, sublinha ainda o relatório.

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