Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,82 / kg
Soja - Indicador PR R$ 155,07 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,65 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 8,12 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,32 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,52 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,72 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,85 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,84 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 132,33 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 132,55 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 142,85 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 146,96 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 123,67 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 137,16 / cx
Frango - Indicador SP R$ 8,32 / kg
Frango - Indicador SP R$ 8,35 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.533,55 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.418,34 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 153,67 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 129,07 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 140,69 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 154,50 / cx
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Protesto

Trabalhadores rurais protestam e fecham BR-135 no Maranhão

Manifestação é contra a violência no campo e por melhores condições de trabalho.

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Trabalhadores rurais bloquearam estradas em São Luís (MA) na manhã de ontem (18) em protesto contra a violência no campo e por melhores condições de trabalho. A manifestação é organizada pela Federação dos Trabalhadores e Trabalhadoras na Agricultura do Estado do Maranhão (Fataema). O bloqueio atingiu duas vias da BR-135, impedindo a entrada e saída de pessoas na cidade.

De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF) no Maranhão, o movimento foi pacífico: a BR-135 já está desbloqueada.

A diretora de política agrária da Fetaema, Maria Lúcia Vieira, disse que em um ano foram registradas 12 mortes no Maranhão por causa de conflitos relacionados à terra: 40 trabalhadores estão recebendo constantes ameaças de morte.

Segundo ela, o movimento entregou, na semana passada, uma pauta de reivindicações ao governo do Estado e também ao Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra). No documento, eles também cobram assistência técnica, educação e saúde para os trabalhadores.

“Queremos que o campo produza e isso só é possível se tivermos terra e combatermos a concentração, que no Maranhão é muito alta. Além disso, não podemos aceitar perder companheiros, trabalhadores, que morrem porque não há o efetivo combate à impunidade no campo”, disse Maria Lúcia Vieira.

Depois que liberaram a estrada, os manifestantes seguiram para a sede do Incra. A assessoria do Incra informou que está agendada para esta manhã uma reunião entre o superintendente e representantes dos trabalhadores para discutir as reivindicações.

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