Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,82 / kg
Soja - Indicador PR R$ 155,07 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,65 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 8,12 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,32 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,52 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,72 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,85 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,84 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 132,33 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 132,55 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 142,85 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 146,96 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 123,67 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 137,16 / cx
Frango - Indicador SP R$ 8,32 / kg
Frango - Indicador SP R$ 8,35 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.533,55 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.418,34 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 153,67 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 129,07 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 140,69 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 154,50 / cx
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Mão de obra

Presidente da CNA trabalha para regulamentar a terceirização no Brasil

Para o setor agropecuário, em particular, a regulamentação do uso da mão de obra terceirizada é urgente e imprescindível.

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À frente de uma articulação para regulamentar a terceirização de mão de obra no Brasil, a presidente da CNA, senadora Kátia Abreu, reuniu-se na quarta-feira (11/09) com o presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), e com a ministra do Planejamento, Orçamento e Gestão, Miriam Belchior. “A ausência de uma lei disciplinando o trabalho terceirizado está trazendo insegurança jurídica e falta de competitividade aos produtores e trabalhadores brasileiros”, alertou a senadora, em defesa da “modernizacao das leis trabalhistas, preservando os direitos dos trabalhadores”.

As Confederações Nacionais da Indústria (CNI), do Sistema Financeiro (Consif), dos Transportes (CNT), do Comércio de Bens Serviços e Turismo (CNC) e da Saúde (CNS), também participam da ofensiva em favor da aprovação do projeto da terceirização que está tramitando na Câmara dos Deputados. Dirigentes destas entidades acompanharam a senadora nas visitas a Alves e à ministra Míriam Belchior.

Para o setor agropecuário, em particular, a regulamentação do uso da mão de obra terceirizada é urgente e imprescindível. A presidente da CNA adverte que não se pode obrigar um produtor que planta 500 hectares de arroz, soja, algodão ou milho a comprar uma colheitadeira que custa cerca de R$ 2 milhões, quando existem empresas especializadas que só fazem colheita e são extremamente eficientes. Neste caso, a contratação do serviço terceirizado é essencial, da mesma forma que também não se pode forçar um produtor a comprar um avião porque precisa pulverizar sua lavoura.

O resultado das reuniões deixou os dirigentes das confederações otimistas. O Presidente da Câmara Henrique Alves comprometeu-se a por a proposta em votação logo após a reunião da Comissão Geral que vai tratar do tema no dia 17 de setembro.

Também a ministra Miriam Belchior afirmou às Confederações que o governo tem interesse em votar o projeto e respeitará o acordo e as garantias que foram acertadas com os trabalhadores.

A presidente da CNA entende que um governo ou uma lei não podem fazer escolhas pelas empresas, determinando a forma de contratação de seus empregados. “O papel do poder público é fiscalizar o cumprimento leis trabalhistas. A forma de contratação é opção do empresário”, diz a senadora, convencida de que o todo funcionário quer é o emprego com suas garantias. “O importante é receber bons salários e ter garantias trabalhistas”.

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