Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 66,60 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 152,45 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 158,53 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 9,60 / kg
Suíno - Estadual SP ↓ R$ 6,63 / kg
Suíno - Estadual MG ↓ R$ 6,50 / kg
Suíno - Estadual PR ↓ R$ 5,47 / kg
Suíno - Estadual SC ↓ R$ 5,66 / kg
Suíno - Estadual RS ↓ R$ 5,68 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 138,22 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 140,13 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 153,94 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 155,57 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 129,09 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 143,13 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,06 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,08 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.560,21 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.476,60 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 158,58 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 133,76 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 138,22 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↑ R$ 148,69 / cx
Bovinos

Vigilância sanitária russa libera exportação de carne de seis frigoríficos brasileiros

Ministério aguarda o comunicado oficial das autoridades russas para permitir os embarques de mercadoria às empresas liberadas.

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Vigilância sanitária russa libera exportação de carne de seis frigoríficos brasileiros

O Serviço Federal de Vigilância Sanitária e Fitossanitária da Rússia (Rosselkhoznadzor) liberou nesta sexta-feira 11) seis frigoríficos brasileiros para a exportação de carne bovina. De acordo com o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, a informação foi publicada no site oficial do órgão russo na sexta-feira (11). Agora, o ministério aguarda o comunicado oficial das autoridades russas para permitir os embarques de mercadoria às empresas liberadas.

O Ministério da Agricultura destacou em nota que o titular da pasta, Antônio Andrade, atribuiu as liberações às ações do ministério e do setor privado nacional no atendimento aos requisitos russos. A Rússia é o segundo maior importador da carne bovina brasileira, atrás apenas de Hong Kong. Para mantê-la como mercado, o Brasil tem optado por adequar-se às exigências sanitárias do país, que são mais rigorosas do que as locais.

Os seis estabelecimentos autorizados pertencem às empresas JBS e Marfrig e ficam em São Paulo, Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. Segundo o ministério, nenhum dos locais faz parte da relação das dez que foram suspensas pela Rússia em meados de setembro. De acordo com a assessoria de comunicação do órgão, são unidades que estão sendo autorizadas pela primeira vez ou voltando a exportar. Duas delas ficam em Mato Grosso do Sul, estado que, ao lado do Paraná e do Rio Grande do Sul, sofreu restrições do governo russo por um longo período para exportação de carne bovina, suína e de aves.

Após uma visita ao Brasil em julho, as autoridades russas enviaram relatório ao governo brasileiro em setembro avisando sobre a suspensão de nove unidades processadoras de carne bovina e uma de carne suína em diversos estados. Na ocasião, o Ministério da Agricultura disse que se uniria ao setor privado para fornecer dados aos russos e que o Brasil buscaria sanar as inconformidades com as normas sanitárias do país.

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