O trabalho apresentado fala do bem-estar de codornas japonesas.
IZ participa do Simpósio Internacional em Coturnicultura

O bem-estar é um dos assuntos mais discutidos na produção animal. E o Instituto de Zootecnia (IZ/APTA), da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo tem como foco, em todos os projetos de pesquisas que envolvem animais nos experimentos, o bem-estar animal. Acompanhando este cenário o IZ participa do 5º Simpósio Internacional e 4º Congresso Brasileiro de Coturnicultura com o artigo “Bem-estar de codornas japonesas”.
Participam do evento o pesquisador do IZ, Fábio Enrique Lemos Budiño e a aluna de Mestrado do IZ, Ana Paula Saccomani. “Objetivou-se com a revisão do artigo abordar os principais fatores que podem afetar o bem-estar de codornas de postura (Coturnix japônica) nos sistemas convencionais de produção de ovos”, explica Budiño.
De acordo com o pesquisador, a coturnicultura é uma atividade em crescente expansão no mercado avícola brasileiro. Com a crescente demanda de produtos provenientes da produção de codornas, houve a necessidade de intensificação nos sistemas de produção. Diante disso, o bem-estar na produção da ave tornou-se o ponto forte nos estudos.
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No Brasil, os avicultores enfrentam problemas com suas criações devido ao calor nos meses mais quentes do ano, fator este que influencia de forma negativa a produção. A temperatura e umidade relativa do ar são elementos que tem grande influência no desempenho produtivo e bem-estar das aves.
A criação de codorna para fins de produção, segundo Budiño, destaca-se como um produto alternativo para ovos de alta qualidade e de fácil manejo. “Sua expansão se deve ao potencial das codornas para a produção de ovos, pequenas exigência de espaço, reduzido período de criação para as aves atingirem a maturidade sexual, baixo consumo de ração, curto ciclo de produção, grande rusticidade e resistência a enfermidades, e baixo investimento inicial à produção com rápido retorno do capital investido”, destaca.





















