Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 64,24 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 149,18 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 155,55 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 10,33 / kg
Suíno - Estadual SP ↓ R$ 6,92 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,96 / kg
Suíno - Estadual PR ↓ R$ 6,00 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 6,01 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,92 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 129,09 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 129,77 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 142,23 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 140,41 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 121,55 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 132,98 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,27 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,29 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.563,58 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.503,06 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 152,33 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 128,04 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 138,21 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 150,17 / cx
Destaque Todas Páginas
Estudos

Revista Época afirma: “Gordura sem medo”

A revista Época, distribuída no dia 3 de agosto, trouxe em sua matéria de capa “Gordura sem medo”

Compartilhar essa notícia

A revista Época, distribuída no dia 3 de agosto, trouxe em sua matéria de capa “Gordura sem medo” a conclusão dos mais consistentes estudos científicos que derrubam o “dogma” contra o consumo de gordura na alimentação. A matéria indica os grupos alimentares necessários para a saúde. As fontes de gorduras recomendadas são as carnes, como a carne suína que é rica em vitaminas e tem um dos menores índices de colesterol, além dos ovos, o leite, os laticínios e as castanhas.

A publicação tem base no livro “Big Fat Surprise”, de grande repercussão nos EUA e Europa, ao comprovar que o “vilão” da saúde é o excesso de carboidrato, os alimentos industrializados e o sedentarismo e não a gordura. Como diz o subtítulo: “Novas pesquisas reabilitam a manteiga, o torresmo, o ovo – e outras tentações deliciosas que os médicos mandam evitar”.

A reportagem da Época se alinha a várias outras revistas como a Time, Veja, The New York Daily News e explica que a fobia contra a gordura surgiu a partir das teses de um biólogo e patologista americano chamado de Benjamin Keys em 1952. Segundo ele, os países com maior consumo de gordura tinham maiores índices de problemas cardíacos.

Mas o livro da jornalista americana Nina Teicholz, lançado em abril passado, esmiúça a história da gordura na alimentação ocidental com base em pesquisas, números e fatos, para defender uma tese provocativa: a gordura foi injustamente condenada.

Primeiro, a jornalista aponta a falhas na pesquisa de Keys, que escolheu sete países favoráveis à sua conclusão e deixou de fora outras nações com alto consumo de gordura e baixos índices de problemas cardíacos, como a França, Suécia, Dinamarca ou Noruega e outros.

Ela lembra que outro pesquisador, em 1957, fez pesquisa similar em 22 países e concluiu não haver conexão entre os dois. Mais uma crítica ao estudo de Keys está no fato de que ele apenas traça uma relação estatística entre os dois fenômenos e não prova que um é consequência do outro.

Em seguida, a jornalista mostra que a retirada da gordura da dieta pelo medo criado por Keys terminou por elevar o consumo de carboidratos que, aliado ao sedentarismo, gerou uma “epidemia” de obesidade e problemas cardíacos. Então, a pergunta: “Se os americanos comiam mais açúcar, pão branco e assistiam mais TV. Por que a gordura deveria ser a principal culpada?”

A reportagem elenca vários e consistentes estudos que provam o contrário bem como o depoimento de autoridades no assunto, até mesmo médicos que mudaram de opinião, para fazer o contraponto e proclamar a “redenção” da gordura já que “nenhum alimento, isoladamente, pode ser acusado de causar doenças”.

A revista chega a afirmar que o importante é “comer comida de verdade” e fugir dos processados. O único ponto de vista negativo é a relação entre gordura saturada e altos níveis de colesterol, apontada por um cardiologista. No entanto, estudos mais completos demonstram que reduzir a gordura (saturada ou não) na dieta não traz nenhum benefício cardiovascular.

A matéria ainda indica os grupos alimentares necessários para a saúde. As fontes de gorduras recomendadas são as carnes, como a carne suína que é rica em vitaminas e tem um dos menores índices de colesterol, além dos ovos, o leite, os laticínios e as castanhas.

Mais lidas

Relacionados

Suinocultura Industrial 332
SI – edição 331
AI – 1345
SI- edição 330
AI – Edição 1344