Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 66,19 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 152,45 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 159,28 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 9,64 / kg
Suíno - Estadual SP ↓ R$ 6,71 / kg
Suíno - Estadual MG ↓ R$ 6,95 / kg
Suíno - Estadual PR ↓ R$ 5,67 / kg
Suíno - Estadual SC ↓ R$ 5,86 / kg
Suíno - Estadual RS ↓ R$ 5,78 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 138,55 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 140,29 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 154,70 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 155,89 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 129,29 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 143,22 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,21 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,23 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.565,43 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.484,33 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 158,68 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 136,07 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 135,22 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↑ R$ 148,68 / cx
Geral

CNA alia-se a outras entidades para combater pirataria de medicamentos de uso veterinário

A CNA uniu-se a 16 entidades para combater a pirataria de medicamentos de uso veterinário.

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A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) uniu-se a 16 entidades para combater a pirataria de medicamentos de uso veterinário. Uma campanha nacional inédita contra o comércio ilegal destes produtos foi lançada durante a 37ª Exposição Internacional de Animais, Máquinas, Implementos e Produtos Agropecuários (Expointer), em Esteio (RS).

A iniciativa tem por objetivo informar e educar os integrantes da cadeia produtiva de proteína animal sobre os riscos e os malefícios do uso de medicamentos veterinários falsificados, contrabandeados, sem registro e produzidos a partir de formulações caseiras.

A campanha, desenvolvida pelo Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Saúde Animal (Sindan), busca reduzir o espaço dos produtos comercializados de forma ilegal no mercado brasileiro. Esta fatia representa cerca de 15% do segmento de saúde animal, ou cerca de R$ 600 milhões anuais.

A primeira ação da campanha será a divulgação massiva de banners, envio de email marketing, cartazes e cartilhas aos associados e nos pontos de vendas. Os organizadores esperam também contar com o apoio da mídia para alertar os produtores. As entidades já entraram em contato com as autoridades federais, estaduais e municipais para alertar sobre a gravidade do tema e buscar apoio.

Além da CNA e do Sindan, a Associação Brasileira dos Criadores de Zebu (ABCZ), Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec), Associação Brasileira de Marketing Rural e Agronegócio (Abmra), Associação Nacional dos Confinadores (Assocon), Associação Brasileira das Indústrias de Suplementos Minerais (Asbram), Federação da Agricultura e Pecuária do Estado do Rio Grande do Sul (Farsul) e da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de São Paulo (Faesp) são parceiros na campanha.

Também integram o grupo que combate o comércio ilegal o Fórum Nacional dos Executores de Sanidade Agropecuária (Fonesa), Conselho Federal de Medicina Veterinária (Cfmv), Conselho Regional de Medicina Veterinária do Rio Grande do Sul (Crmv-RS), Conselho Nacional da Pecuária de Corte (Cnpc), Sociedade Brasileira de Medicina Veterinária (Sbmv), Sindicato Nacional da Indústria de Alimentação Animal (Sindirações) e Sociedade Rural Brasileira (SRB).

Eles alertam que existem algumas informações certificam a legalidade e a qualidade do medicamento veterinário. São eles:
– Embalagem contendo a aprovação do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), bem como numero de registro no Ministério;
– Identificação do responsável técnico;
– Existência de telefone de serviço ao consumidor do fabricante;
– Embalagens em língua portuguesa, indicando a data de fabricação e validade; e
– Consulta ao Compêndio de Produtos Veterinários do SINDAN.

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