Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,62 / kg
Soja - Indicador PR R$ 155,26 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,52 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,94 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,13 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,32 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,62 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,81 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,75 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 132,70 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 132,55 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 145,29 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 146,96 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 124,52 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 137,51 / cx
Frango - Indicador SP R$ 8,31 / kg
Frango - Indicador SP R$ 8,34 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.532,17 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.419,84 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 156,97 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 127,83 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 140,69 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 154,50 / cx
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Esforço concentrado do Congresso atrasa andamento de pautas do agronegócio

O esforço concentrado vem acontecendo desde junho e tem comprometido o andamento de temas importantes para o agronegócio.

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Com a proximidade das eleições, o Congresso Nacional está se reunindo somente na primeira semana de cada mês. O chamado esforço concentrado vem acontecendo desde junho e tem comprometido o andamento de temas importantes para o agronegócio, como a Lei dos Motoristas e a demarcação de terras indígenas.

As votações e audiências públicas estão sendo programadas, todas para a mesma semana. A previsão é que o trabalho só volte ao normal depois das eleições.

– Isso é comum, todas as vezes em que há eleições, principalmente com o calendário eleitoral do Brasil, que tem uma concentração excessiva de eleições para várias esferas administrativas e para legislativo e executivo, numa mesma ocasião – diz o consultor legislativo Roberto Piscitelli.

Com o esforço concentrado, pautas importantes estão paradas. A Medida Provisória do emplacamento, que desobriga o licenciamento de máquinas agrícolas, ainda não teve o relatório apresentado e vai perder a eficácia em 23 de setembro. O projeto de lei 6459/13, que regulamenta a produção integrada de aves e suínos, aprovado no Senado, segue sem ser incluído na pauta da Câmara. A votação do relatório da PEC 215, que transfere para o Congresso a palavra final nas demarcações de terras indígenas, também foi adiada. As modificações previstas na lei dos motoristas, que foram para o plenário da Câmara na semana passada, também não foram votadas.

– Eu acho que esse esforço concentrado não tem ajudado, em função de que algumas matérias que ficam trancadas na pauta são assuntos que nós precisaríamos que fossem desenvolvidos com mais rapidez. E não tem acontecido – reclama o diretor do Movimento Pró-Logística, Edeon Vaz Ferreira.

Para o setor, o cenário é pessimista e muitas matérias devem ser concluídas só em 2015.

– Assim como o setor agropecuário tem prioridade, e é natural que as tenha, muitos outros setores tem também as suas prioridades. A democracia funciona por pressão e contra-pressão, então os setores têm que exercer pressão e convencer os seus representantes, no sentido de pautar esses assuntos e levá-los à discussão, conseguir fazer com que eles sejam votados – sugere Piscitelli.

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