Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 67,23 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 147,20 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 155,67 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 9,12 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,31 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,34 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,63 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,56 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,59 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 140,65 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 143,86 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 150,64 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 162,44 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 131,75 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 144,70 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,32 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,33 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.526,89 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.459,09 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 154,26 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 135,30 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 158,66 / cx
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Genética

Ciência confirma que transgênicos são seguros para alimentação

A conclusão do estudo é que a alimentação transgênica equivale a sem transgênicos.

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No mês em que se comemora o dia mundial da alimentação (16 de outubro), a revista científica Journal of Animal Science disponibiliza o mais completo estudo sobre o impacto de organismos geneticamente modificados (OGMs) na alimentação animal. Conduzida pela geneticista da Universidade da Califórnia-Davis, Alison Van Eenennaam, a pesquisa analisou 29 anos de produção pecuária e colheu dados sobre a saúde dos animais antes e depois da introdução dos transgênicos. As informações incluem também períodos anteriores e posteriores ao abate. A conclusão do estudo é que a alimentação transgênica equivale a sem transgênicos e não há evidências de reações adversas associadas aos produtos geneticamente modificados (GMs).

A amostragem é formada por mais de 100 bilhões de animais e incluiu o período pré-1996, quando a alimentação era 100% composta por não transgênicos, e depois dessa data, quando atingiu quase 90% de ração GM. Além da equivalência entre a alimentação com e sem transgênicos, principal conclusão do estudo, a publicação também mostra que não existem diferenças na qualidade nutricional da carne, leite ou de outros produtos derivados de animais alimentados com ração contendo ingredientes GMs.

A pesquisa confirma a segurança dos OGMs para a saúde humana, animal e para a conservação do meio ambiente. “Os transgênicos disponíveis no mercado são submetidos a rigorosas análises toxicológicas, alergênicas, nutricionais e ambientais e só depois disso são aprovados para cultivo e consumo”, lembra Adriana Brondani, diretora-executiva do Conselho de Informações sobre Biotecnologia (CIB). Essas avaliações de segurança seguem padrões internacionais definidos pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e pela Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO/ONU), entidades que já manifestaram apoio aos OGMs.

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