Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 65,59 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 147,98 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 154,15 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 9,99 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,63 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,95 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,89 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,82 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,75 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 141,38 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 143,61 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 152,24 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 159,48 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 132,32 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 145,00 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,39 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,41 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.561,58 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.472,69 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 157,24 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 136,70 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 144,93 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 154,91 / cx
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Meio Ambiente

Comissão de Meio Ambiente debate relatório da ONU sobre mudanças climáticas

A Comissão do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável promoveu audiência pública para discutir o 5º Relatório do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC), da ONU.

Comissão de Meio Ambiente debate relatório da ONU sobre mudanças climáticas

A Comissão do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável promoveu ontem (11/12)  audiência pública  para discutir o 5º Relatório do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC), da Organização das Nações Unidas (ONU), divulgado no início de novembro.

O evento foi solicitado pelo deputado Sarney Filho (PV-MA). Segundo ele, “o documento, infelizmente, aponta para uma situação extrema de urgência ambiental, evidenciando que a emissão dos gases do efeito estufa tem aumentado em função do crescimento econômico e populacional, alcançando níveis sem precedentes nos últimos 800 anos, desde a era pré-industrial”.

O relatório sintetiza as conclusões dos três grandes dossiês apresentados pelo grupo de cientistas nos últimos doze meses. Elaborado por mais de 800 cientistas de 80 países, evidencia que a emissão dos gases do efeito estufa tem aumentado em função do crescimento econômico e populacional.

Níveis sem precedentes
As mudanças climáticas têm alcançado níveis sem precedentes nos últimos 800 anos, desde a era pré-industrial, mostrando que, apenas entre 2000 e 2010, a produção de energia por queima de combustíveis fósseis, foi a responsável por 47%, a indústria por 30%, o transporte por 11% e as construções por 3% das emissões globais dos gases responsáveis pelo efeito estufa.

Este cenário, segundo o relatório, demanda a tomada de providências extremas e urgentes, com a redução das emissões em torno de 70% até 2050 e o fim das emissões em 2100, objetivando que a temperatura global não supere a casa dos 2ºC.

Situação que levará a sérias consequências em termos de comprometimento com a segurança alimentar, redução da disponibilidade de água potável, potencialização das inundações, deslizamentos, elevação dos oceanos e tempestades, risco de extinção de várias espécies animais e vegetais, dentre outras.

Foram convidados para o debate:
– o coordenador-geral de Operações e Modelagens do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais, Eduardo Mario Mediondo;
– o pesquisador do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais, José Antônio Orsini;
– o coordenador do Centro de Ciência do Sistema Terrestre do Inpe, Jean Henry Ometto; e
– o diretor de Políticas Públicas do Greenpeace, Sérgio Leitão.

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